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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe e um petiz

rabiscado pela Gaffe, em 14.02.14

Às vezes o Amor é como um miúdo tonto que fica preso nas teias e telas do Império. Basta a ríspidez da vida para que desate a chorar e se desfaça. 
Mas torna-se admirável sempre que nos agarra a mão e nos entrega a sensação de eternidade em troca de nada e nos faz sentir que somos, desde o princípio, naturalmente capazes da indiferença, mas que amar exige uma árdua aprendizagem.

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A Gaffe que alegra o dia

rabiscado pela Gaffe, em 14.02.14

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Gavetas:

A Gaffe namoradeira

rabiscado pela Gaffe, em 14.02.14

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Há na alma uma sala pasmada que se fecha com estrondo, connosco lá dentro, quando descobrimos que a única carta de Amor que queremos escrever não tem destinatário.


Entra! Senta-te comigo. Há um lugar vago mesmo junto a mim.

Hoje podemos fingir que somos o destino um do outro.

(Não faz mal. Ninguém se importa!)

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