Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe de guarda-chuvas

rabiscado pela Gaffe, em 19.03.15

parao onde vão os guarda-chuvas.jpgÉ pecaminoso deixar passar em branco a obra de Afonso Cruz e quase criminoso ignorar Para Onde Vão os Guarda-Chuvas.

O romance está pleno de intertextualidades. Tocando a literatura infantil, a fotografia e a ilustração, implica de modo subtil o toque no objecto físico e torna mais difícil uma abordagem digital.  É uma obra também paraliterária, no sentido que constitui o para-além-da-literatura e não o que a Teoria Literária qualifica e que agora se adapta por fazer sentido.

 

Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.

 

Mas não narra apenas estes deslumbres. 

 

No  Apêndice – fragmentos persas – ouve-se dizer:

Um dia, Deus debruçou-se demasiado sobre um bocado de barro e caiu para dentro do Homem.

Basta abrir este romance para que ele tombe dentro de nós.

Afonso Cruz.jpeg

 

 photo man_zps989a72a6.png

Autoria e outros dados (tags, etc)

Gavetas:

A Gaffe sueca

rabiscado pela Gaffe, em 19.03.15

Ian McCaig.jpgOs homens sabem que todas as mulheres gostam de ser tratadas comme il faut, ou seja, como princesas que nunca deixam de ser. O que alguns desconhecem é que de tanto esperar pelo resgate, algumas acabam por escolher o dragão que as guarda e que as protege.

Quando finalmente chegam, é a síndrome de Estocolmo que os recebe e Braga a única cidade que verão por um canudo.

 

Ilustração - Ian McCaig

 photo man_zps989a72a6.png

Autoria e outros dados (tags, etc)


foto do autor








Copyrighted.com Registered & Protected 
JIFR-J5MR-Y1XR-YACD