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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe independente

rabiscado pela Gaffe, em 01.12.16

Independence Day.jpgA Gaffe não festeja o Dia da Restauração da Independência, porque considera uma maçada comemorar uma ocasião em que Portugal se liberta do jugo espanhol apenas porque um dos seus queridos Filipes não teve mãos a medir, preferindo acudir à Catalunha - que na mesma data se amotinava, - abdicando assim deste cantinho à beira-mar todo ufano.    

 

Comemoraria apenas se Letízia e o seu rapagão tivessem prolongado ligeiramente a sua visitinha oficial a Portugal e se deixassem de mariquices voltando muito rígidos e hirtos outra vez à terra. 

Repetir uma tolice é como bisar um vestido. Nunca resulta como da primeira vez. 

 photo man_zps989a72a6.png

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Gavetas:


5 rabiscos

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De Maria Araújo a 01.12.2016 às 19:02

Não ficaram, senão seria um bico d'obra.
Mas Gaffe, fui eu que vi mal ou a Letízia esteve sempre com cara de poucos amigos?
Quanto ao mesmo vestido, há que poupar.
Os vestidos saem caros aos contribuintes espanhóis.
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De Gaffe a 01.12.2016 às 19:17

Sua Majestade é uma chata "hirta e tesa como uma barra de ferro".

Uma plebeia coroada acredita sempre que a antipatia é a melhor forma de se mostrar gelada e distante. Acredita também que são estas características que a tornam real.
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De Rapunzel a 01.12.2016 às 21:08

Vou fazer um comentário terrível, quem me conhece diz que tenho humor britânico, talvez... quem sabe...

Plebeia e filha de uma enfermeira sindicalista.
Ninguém merece, é muito trauma para superar...
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De Gaffe a 01.12.2016 às 21:58

O facto de ser um trauma para Letízia o ser plebeia, impede-lhe a majestade.

Lembro-me, inoportunamente com certeza, de Eugénio de Andrade quando diz que seria na terra que pousaria uma coroa se a tivesse nas mãos.
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De Rapunzel a 02.12.2016 às 04:08

Concordo. Não é inoportuno. E posso responder com um poema.


Retrato de uma Princesa Desconhecida

Para que ela tivesse um pescoço tão fino
Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule
Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos
Para que a sua espinha fosse tão direita
E ela usasse a cabeça tão erguida
Com uma tão simples claridade sobre a testa
Foram necessárias sucessivas gerações de escravos
De corpo dobrado e grossas mãos pacientes
Servindo sucessivas gerações de príncipes
Ainda um pouco toscos e grosseiros
Ávidos cruéis e fraudulentos

Foi um imenso desperdiçar de gente
Para que ela fosse aquela perfeição
Solitária exilada sem destino

Sophia de Mello Breyner Andresen

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