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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe militar (ou nem por isso)

rabiscado pela Gaffe, em 14.12.16

1.60.jpg

 

Desconfiemos sempre, raparigas, do homem que nos desaperta o soutien logo na primeira tentativa e do que constrói impérios e usa um galináceo como símbolo.

Estão ambos habituados a explorar a inocência. O primeiro, iludindo-a com juras já batidas e o outro omitindo o facto de saber que só o arroz pode ser de cabidela.

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44 rabiscos

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De Cecília a 14.12.2016 às 16:07

fico a aguardar o comentário do corvo

desapertar logo na primeira tentativa é mau mas demorar para o conseguir... é péssimo.

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De Gaffe a 14.12.2016 às 16:29

Os extremos são sempre uma maçada.
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De Cecília a 14.12.2016 às 16:29

neste caso, uma mamaçada.
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De Gaffe a 14.12.2016 às 16:38

Só se durante a operação as mamocas forem amassadas.
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De Corvo a 15.12.2016 às 10:01

O meu comentário seria; e digo seria porque o instinto de sobrevivência em mim está muito dilatado e aconselha-me a que quando se trate de assuntos de âmbito estritamente femininos, o aconselhável é sempre manter uma distância considerável; seria, portanto, que muito fraco e inábil é o presenteado que se preocupa mais com o envelopamento do que com o conteúdo.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 11:20

Deveria ter preservado um bocadinho mais esse seu instinto ... ...

Pois, meu querido Corvo, sabe com certeza que uma carta é aberta com muito mais enlevo e entusiasmo se o envelope for agradável.

Lembre-se também que a única coisa que se lambe, numa carta, é exactamente o envelope - nos casos mais parvos.
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De Corvo a 15.12.2016 às 12:01

Nos casos mais parvos, concordo.
Como nunca fui parvo sempre lambi o gelado depois de o tirar do invólucro.
E por insondáveis mistérios se na verdade nunca perdi grande tempo a desembrulhá-lo, o facto é que no momento da degustação ele aparece apetitoso como se nunca tivesse sido envelopado.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 12:19

Acredito.
Mas tem de admitir que um belo envelope faz com que se demore deliciosamente o desembrulhar da oferta.
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De Corvo a 15.12.2016 às 13:11

Posso admitir para todos mas não para um escorpião da índole que fui.
Nunca me demorei em franquear a porta escancarada das mais deleitosas promessas.
Além disso umas mãos de trinta centímetros de palmo, não são seguramente as mais indicadas para a delicadeza de desembrulhar presentes.
:)
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De Gaffe a 15.12.2016 às 14:31

Não imagina como umas mãos gigantes podem ser anãs quando se passeiam pelo nosso corpo.
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De Corvo a 15.12.2016 às 14:46

Glup! Retirada enquanto, penso, mantenho alguma incolumidade .
:)
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De Cecília a 15.12.2016 às 11:20

caro corvo, nunca me deixo levar no embrulho. sou uma pessoa de polpas.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 11:22

Ah! Eu vou!

Há ocasiões que o embrulho me é suficiente. O conteúdo basta que se cale.
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De Cecília a 15.12.2016 às 11:28

hahahaha

ai J. J.J.
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De Maria Araújo a 15.12.2016 às 19:19

Sem dúvida!
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De Corvo a 15.12.2016 às 12:58

Glup! Conceda-me por caridade, encantadora haikai, uma retirada honrosa.
:)
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De anacb a 14.12.2016 às 17:16

Sim sim, concordo com tudo. Mas a imagem que escolheste... Olha, estou apaixonada :)))
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De Gaffe a 14.12.2016 às 18:11

:)
Verdade?!
Não é exemplo de um homem que me apaixone. Muita couve na cabeça, muito balão pendurado, muita bola e muita pena.
Gosto mais de lenhadores.
;)
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De anacb a 14.12.2016 às 22:17

Eu sempre tive o defeito de gostar deles assim para o bonitinho. Gostos! :))) Mas eu estou mesmo apaixonada é pelo adereço. O Donald Judd que me desculpe (e eu até gosto de minimalismo), mas a estética da Rússia czarista sempre mexeu comigo. Se calhar foi porque vi o Ivan, o Terrível em miúda e gostei. Os traumas de infância são terríveis ;)))
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De Gaffe a 15.12.2016 às 00:12

Tão engraçado! Há pouco tempo um amigo identificou-me com "Party like a russian" do R. Williams.

Foi exilado ... o "amigo".
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De anacb a 15.12.2016 às 11:17

Ele podia ter arranjado qualquer coisa um bocadinho melhor, caramba. Há cada "amigo"!...
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De Gaffe a 15.12.2016 às 11:21

Ele arranja... Ele arranja ...
;)
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De Pequeno caso sério a 15.12.2016 às 00:17

Podia dizer-se que tem muita ...mariquice na cabeça mas talvez não seja a melhor palavra.

;))))
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De Gaffe a 15.12.2016 às 09:26

:))))
Tão bom!
É sempre tão compensador a "private joke", mesmo quando é óbvia.
;)
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De Maria Araújo a 15.12.2016 às 19:21

Desculpe intrometer-me, mas prefiro-os lenhadores, com pinta, pois.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 20:03

Concordo. Desde que se mantenham calados...
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De Maria Mocha a 14.12.2016 às 18:39

Concordo. E essa do arroz de cabidela está cheia de pertinência.
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De Gaffe a 14.12.2016 às 21:23

Vamos criando o hábito de o cozinhar ou de o deixar cozinhar.
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De Maria Araújo a 14.12.2016 às 22:41

O moçoilo,da imagem, coitadinho.
O arroz de cabidela é excelente.
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De Gaffe a 14.12.2016 às 23:23

Já por aqui passou uma opinião diferente relativamente ao rapazinho. Em relação ao arroz creio que estamos todas de acordo.
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De Rapunzel a 15.12.2016 às 07:52

O pequenino da foto é demasiado asséptico... Também gosto mais do homem Marlboro. Mas o que me tira completamente do sério é o cavalheiro inglês... Como já escreveram, traumas de infância. O Londrino ou o de Cambridge. Nunca o pacóvio rural inglês. O Príncipe Carlos nem em coma, o Príncipe William nem com um bonito embrulho. Mas confesso que o Príncipe Harry me poderia rapidamente tirar do sério, não pela beleza mas pelo conjunto. Acho-lhe um piadão ou não fosse ele ruivo...
Fez muito bem em banir o "amigo", tudo o que vem da Rússia ou da China é, seguramente, causa de choque anafilático... E uma rapariga, apesar de esperta, não anda sempre com uma caneta de adrenalina na carteira...
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De Gaffe a 15.12.2016 às 09:32

O Príncipe William é tão parecido com o pai!... ...

O meu amigo não pode ser banido, diga as tolices que disser (e não diz muitas).
:)
É a minha maior fortuna.
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De Quarentona a 15.12.2016 às 15:47

Permitam-me meter o bedelho, mas acho e sempre achei os homens (e até mulheres) britânicos muito feinhos, salvo raríssimas exceções, no entanto, admito que o ar de gentleman fica-lhes belissimamente, mas só quando os traços são minimamente agradáveis à vista, não precisando de ir para a terra de sua majestade, temos por cá espécimes dignos de serem seus súbditos, tenho um "crush" pelo nosso André Villas Boas, tão português mas tão gentleman :))))
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De Gaffe a 15.12.2016 às 16:30

Tu, minha querida, aqui mandas!
Apesar de tudo, acho o Príncipe Harry bem engraçado.

Troco o Villas Boas pelo Paulo Pires, mas imediatamente.
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De Quarentona a 15.12.2016 às 16:46

Sim, o Harry tem o seu quê, é daqueles com "Port Wine Quality", está cada vez melhor e já mal se notam as rosáceas que detesto. Engraçado que nunca achei nada de especial no Paulo Pires, dentro da mesma geração gosto muito mais do Ricardo Carriço ;))))
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De Gaffe a 15.12.2016 às 17:43

Compreendo. O Paulo Pires é um cepo na TV, mas eu vi-o "ao vivo" a descer de uma mota gigante e, acredita em mim, quase me esbardalhei contra um poste. O homem é um gigante fabuloso e amadurecido!
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De Maria Araújo a 15.12.2016 às 19:24

Paulo Pires!
Bom gosto, Gaffe.
E agora que entrou na meia idade, mais interessante ele está ( na minha opinião que sou fã de homens maduros).
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De Gaffe a 15.12.2016 às 20:02

Eu também. Amadurecidos em casco de carvalho.
(Neste contexto, tenho de ter muito cuidado a teclar esta última palavra.)
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De Rapunzel a 15.12.2016 às 21:41

Pergunto-me se esse amigo será o que descreve no primeiro post deste blog. É que tenho um amigo exactamente igual. Não é meu amigo, é meu irmão. É a primeira pessoa a quem ligo num mau momento. A pessoa com quem tenho uma longa conversa só com o olhar. É a única pessoa com quem não tenho segredos, a quem posso contar tudo, mesmo o que não devo imaginar. É a pessoa com quem mais me riu. E riu-me muito. A pessoa que, às vezes, também mais me custa aturar... Com quem partilho as maiores barbaridades e os momentos mais hilariantes. Sempre. Tenho imensa sorte por o ter na minha vida. É o amigo.
Tem toda a razão, um amigo assim não se pode desperdiçar.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 23:16

É sempre ele. Foi sempre ele e sei que será sempre ele o meu mais perfeito esteio.
:)
Fui completamente patetinha nesse post. Admito que o tempo que passou amadureceu muita coisa.
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De Rapunzel a 15.12.2016 às 09:10

Um dia gostaria que escrevesse, também, sobre outro clássico. O rapaz belo, humilde, trabalhador, discreto e sempre prestável, com um olhar arrebatadoramente meigo e profundo. Confesso que gostaria de saber a sua opinião. Qual será o resultado desta difícil equação atração/número de circunvalações cerebrais. Será asneira?!? Disparate?!? Ou devemos viver em plenitude o que sentimos sem medos? Porque afinal o final da vida se resume sempre à mesma conclusão. O mais importante, são e serão, sempre os afectos.
Confesso que, recentemente, ando a fazer uma exaustiva pesquisa mental sobre este assunto. Se o mais importante no final da vida são os afectos, também são os afectos durante a vida o nevoeiro da nossa lucidez, inteligência e objectividade.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 09:30

As características que enumera, não as encontro juntas nos rapazes que conheço, mas é uma proposta atraente a que faz.
Em relação aos afectos, admito que há instantes em que discordo do que diz. Por vezes o único afecto que nos resta é aquele que a nós dedicamos. É o mais importante. É essencial para incutir afecto nos outros e neles projectar o nosso.
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De Rapunzel a 15.12.2016 às 21:04

Sem dúvida que o afecto que dedicamos a nós próprias é o mais importante. E é esse que se reflete nos outros e os atrai, ou não, magneticamente para nós. Mas o afecto dos outros é imensamente importante porque, no fundo, não vivemos em solidão. Cada vez dou mais importância aos afectos e aos momentos. Por vezes, tento cristalizá-los, e cada vez que os recordo, revivê-los. Gosto. Gosto muito. Quase tão bom como o primeiro café do dia, aquele que tomo sempre comigo própria.

Nunca me importo com as intervenções dos outros leitores. Aprendo sempre. Realmente, tem toda a razão, a rosácea era péssima...
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De Gaffe a 15.12.2016 às 23:18

Um blog é por vezes uma estranha forma de deixarmos de estar sós.
:)

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