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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe consumista

rabiscado pela Gaffe, em 13.01.16

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Os produtos genuínos podem ser mais rudes e menos atractivos do que os posteriores, que os plagiam, mas são sempre muito mais completos e trazem o kit embalado de forma mais realista.

É precisamente por isso que a Gaffe, por muito tentada que seja, é fiel ao seu querido Kermit e à plataforma SAPO, os únicos que a fazem gostar de verde.

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A Gaffe no SAPO

rabiscado pela Gaffe, em 25.03.15

PJ Lynch.jpgA Gaffe só agora, saltitando fresca por este universo digital, é que deu conta da quantidade inacreditável de blogs de raparigas alojados no SAPO!

As galáxias e galáxias deles fazem dos masculinos as agulhas dos palheiros celestiais.

Ou o batráquio é um íman sexual capaz de atrair em massa os femininos foguetões ou os rapazes assentam arraias na estratosfera dos universos paralelos muitíssimo mais pindéricos.

O que se passa convosco, meninos? Sentem que se fosse uma rã a tomar conta de vós este telúrico charco seria diferente?

Percebam, meus queridos, que as preferências das mulheres nunca são de desdenhar. Lembrem-se sempre que podeis ser uma delas.

 

Ilustração - P.J. Lynch

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Gavetas:

A Gaffe saponificada

rabiscado pela Gaffe, em 02.10.14

Miúdas, aposto que a maioria reconhece que nem sempre um sapo traz um príncipe dentro. Às vezes vem com o Robin Hood, outras com o Xerife de Nottingham ou mesmo com Frei Tuck e, não raro, traz apenas o que naturalmente um sapo tem nas entranhas.

 

Por muito que esbracejemos e que nos sintamos empurradas para os Harrods depois de termos passado a vidinha enfiadinhas na Zara, temos pelo menos que concordar que o novo logo do SAPO reduz o anterior ao bonequinho amoroso que o petiz leva para o infantário. Apresenta-se mais adulto, mais cuidado e mais inteligente.

 

Meus queridos e minhas donzelas, o que será que não entendem na palavra marca?

 

A construção que parte do rectângulo de ouro torna o símbolo euclidiano e é, como toda a gente sabe, a forma mais marota que os designers encontrar para nos cativar.

 

O uso de figuras geométricas simples ajuda o reconhecimento imediato, torna visível o desenho mesmo em escala minúscula e insinua, através do uso de triângulos bem posicionados, o V de vitória ou o ícone usada para a palavra certo.

Não é fofo como o anterior? O logo da Nike, o da Toyota, o do BMW, o da Vaio ou mesmo o da Chanel também não são uma ternura e identificam-se de rajada.

 

A plataforma SAPO, por muito amoroso que seja pensar que é a nossa casinha, por muito que consideremos a equipa que o forma a mais doce, eficaz, atenta, disponível, paciente que existe à superfície da net ou que reúne rapazes que se vão transformando no ideal informático - e giro - de qualquer rapariga esperta (bom dia, Pedro!), não deixa de ser uma pragmática ferramenta capaz de inquirir o seu utilizador de modo a entender e se possível satisfazer os seus desejos expandindo em consequência o seu raio de acção e a capacidade de se afirmar como parceiro incontornável nos tabuleiros do negócio.  

 

É lógico que perdi, com grande pena, algumas manigâncias que usava para serigaitar por aqui. Ganhei outras e francamente não penso que seja difícil movermo-nos nesta nova versão.

É lógico que não me agradam os bugs que não deviam surgir com esta dimensão no trabalho de uma equipa de profissionais reconhecidos.

É lógico que penso que o tempo e a capacidade técnica da equipa os vai corrigir sem qualquer incómodo para o utilizador.

É lógico que por muito que as meninas rabujem e os meninos estrebuchem, o SAPO não saponificou! O origami que o constrói é dinâmico e espera com certeza que cada um o construa à sua maneira.

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