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Pela estrada plana, toc, toc, toc, com o martelinho, uma menina errante. Como vai ligeira, sem ser a reboque, antes que anoiteça, toc, toc, toc, a menina atrás, uma surpresa adiante!...
Pois a menina não fazia ideia que, formosa e pensando que segura, saltitava num despreparo muito pouco conveniente, recortada pelo Sapo, logo onde fala de sexo.
Aposto que foi o maroto do Pedro, do Sapo, que me voltou a retalhar.
Meu querido Pedro, o menino arrisca-se a ser considerado um serial killer, embora encantadoramente gentil (e não o é a maioria?) anavalhando ruivas pelo caminho por onde, antes que anoiteça, ligeiras vão sem capuchinho.
Não adianta uma sua defesa que invoque a posse do martelo desta vítima frágil e inocente, como potencial defesa, porque, está visto, esta rapariga encontra apenas uns iguais aos do falecido S. João.
Entretanto, meu querido maroto, mesmo combalida, no meio das suas fãs, a Gaffe rejubila!
Nota - Como é evidente, sou a taralhoca de chapéu.