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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe e uma notícia alarmante

rabiscado pela Gaffe, em 27.12.16

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Depois de se ter certificado que a notícia não tinha sido emanada do bispado de Braga ou do de Viseu, a Gaffe começa a conjecturar. 

 

Um sapientíssimo estudo da Escola de Saúde Johns Hopkins, em Baltimore, revela que a prática de sexo oral aumenta em 250% o risco de se sofrer de cancro na garganta. 

 

A Gaffe não consegue deixar de imaginar a esmagadora maioria de mulheres que conhece disparada e tresloucada a tentar cuspir, bochechar, gargarejar, banhar com os mais diversos elixires as assustadas amígdalas e a contar, paralisada de medo, os minutos que há para viver, depois desta avassaladora conclusão de mais um estudo - que se reporta às mulheres -, maravilhosamente parvo. 

 

As pouquíssimas restantes, as de garganta virginalmente segura e livre de perigo, deverão retirar todos os piercings da língua e tentar uma habituação faseada ao sabor do látex que, por muito imbuído de aromas a frutos, deixará sempre na boca um inconfundível rasto de borracha.

 

Meus amores, estudos destes levam-nos a concluir que se pela boca tiver de morrer o peixe, que pelo menos o anzol o seduza com minhocas em boas condições.

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Gavetas:


1 rabisco

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De Corvo a 27.12.2016 às 16:44

Vou pela Gaffe. A nossa medicina é das mais avançadas, logo, credível em todo o mundo.
Aposto que esse estudo foi feito por médicos de segunda apanha, tipo, estudantes feitos para praxar.
Calhando até tiraram os cursos nas Novas Oportunidades lá dos sítios deles.
Além disso, Tony Blair, grande politico e homem exemplar de idoneidade a toda a prova, disse aconselhando para os problemas de gravidezes indesejáveis: façam sexo oral

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