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A Gaffe descobriu que, ultimamente, as únicas pessoas que a conseguem ver em lingerie são as que pertencem à equipa do sapo, que tem a capacidade de percorrer as entranhas deste blog!*
Esta desolação não está, de todo, relacionada com a sua falta de atractivos, nem com a qualidade da sua colecção de pequenas maravilhas mais íntimas.
O problema é declaradamente dos rapazes que cada vez mais percebem menos daquilo que uma rapariga exige para permitir a visualização de todo a sua beleza interior (que, segundo é apregoado, conta mais).
Cuidado, meus queridos! Caso verifiquem que é há demasiado tempo que não vislumbram o rendilhado, a suavidade, o perfume e a transparência dos universos contidos na lingerie de uma mulher, nunca responsabilizem a portadora por esse facto lamentável. Podem acreditar, meus queridos, que a culpa não está nas nossas cuequinhas vaporosas, mas em vós.
* mentirita minha, que sou uma tonta!
Aliada à conjugação de vários padrões, surge, vinda de diferentes áreas do saber vestir, a mistura de peças que, na origem, configuram ou complementam uma imagem bem definida e facilmente decifrável.
As fronteiras entre o que se apelida clássico e o casual são esbatidas, não só por esta miscelânea inteligente e ordenada, mas também pelas cores que se escolhem propositadamente contrastantes e, num primeiro lance, de aliança paradoxal.
A nobreza clássica dos tecidos limpos e o rigor de acessórios tradicionais, acompanha na perfeição o renovado e actualizado acolchoado, próximo do tradicional matelassé, que cumpre aqui o papel de subtil transgressor aliado a pormenores oriundos de outras paragens com sabor nómada e mais irreverente.
A proposta é atraente e convincente. Não há nada mais sensual como ter a oportunidade de enlaçar o melhor de dois mundos.
A evolução é um cruzamento sem semáforos.