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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe "homossexualista"

rabiscado pela Gaffe, em 28.03.19

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A Gaffe está mais uma vez ao lado, mas mesmo ali ao lado, da maravilhosa Joana Bento Rodrigues que a cada passo nos deslumbra, superando aquela coisa feia que a estátua da Liberdade tem na mão erguida.

 

Depois de nos ter metido no lugar que nos pertence desde tempos imemoriais e que tantas vezes somos - nós, mulheres! -, capazes de esquecer e desprezar, chega-nos agora revoltada, chocada, escandalizada, com a campanha de uma marca de roupa para crianças que se alia à moderna tendência homossexualista que grassa no Ocidente e que, mais cedo do que se pensa, vai desertificar o planeta.

 

A marca apresentou uma colecção de roupa infantil que tanto dá para um lado, como para outro. Este facto já é péssimo, mas tentar abolir a distinção dos sexos através da cor, cerceia a nossa capacidade de discernimento e contribui para esta espécie de daltonismo sexual que os homossexualistas defendem e promovem, ultrapassando mesmo as fronteiras e os limites traçados por Deus.

 

A Gaffe considera um HORROR.

Deixem as crianças em paz!

 

Acredita piamente - como Deus manda -  que esta contínua aniquilação de códigos ancestrais, levada a cabo por gente LGBT, ou LGBTI, ou LGBTI+, ou coisa que o valha -, é um perigo para a civilização, tal como a conhecemos e respeitamos, e não vai ser interrompida antes de destruir por completo a vantagem  que detinhamos sobre o homossexualismo - que nos foi dada por Nosso Senhor -, e que nos permitia imediatamente identificar - e saber lidar com isso - qualquer personagem que nos surgisse na frente.

 

Tentar anular os códigos sociais expressos nas cores, é trágico, mas é tarefa destes monstros que consideram primordial levar a civilização ao homossexualismo total.

 

A Gaffe teme que se intensifique a possibilidade de uma mulher usar um vestido vermelho intenso e justo, sem se perceber que anda a pedi-las. Não é de todo de espantar, pois que já é com alguma dificuldade que conseguimos discernir um toxicodependente de um gótico, ou de um emo, ou de uma pessoa de luto, através do preto que usa em look total e - a propósito - já é absolutamente incriminatório intuir - porque somos lógicos e racionais - que uma pessoa de cor mais escurinha é uma ameaça potencial à nossa segurança e que tem a pila grande, ou que uma pessoa mais amarelinha tem a porcaria dos genes dos olhos em bico entranhada no corpo e abre lojas com plásticos a cheirar a petróleo, mesmo ao lado da Prada.  

 

Uma mãe que sabe o que é ser mãe, que sabe estar, que se comporta como uma verdadeira mulher, sabe por instinto que se colocar nos ombros do filho um pólo azul discreto, o menino não mudará de sexo na idade maior e com certeza conhecerá por essa altura, no golf, meninos que usaram, pousados nas costas, pólos azuis discretos. Juntos podem perfeitamente fundar uma empresa e encomendar uma colecção que aproveita a onda homossexualista àquela gentalha que em criança ousou cores berrantes e que por isso agora é estilista.

Pelo menos, dá lucro.

 

Uma mãe que sabe o que é ser mãe, que sabe estar, que conhece o seu lugar, que se comporta como uma verdadeira mulher, sabe que se vestir a filha de princesa cor-de-rosa, a futura jovem tem mais hipóteses de casar com o menino do pólo e - se usar branco - ser amante dos amigos de pólo do marido e que será sempre mais que Ministra da Cultura.

  

É evidente que se uma mãe não merecer este santo estatuto, e vestir a sua criança de vermelho, ou preto, ou quiçá de branquinho, terá no futuro um comunista ao jantar, ou um drogado suicida, ou um homossexualista na Companhia Nacional de Bailado.  

 

O pai está a trabalhar. Não aborreçam. 

 

Já nos tentam roubar a possibilidade de reconhecer as boas pessoas pela cor da pele, não nos retirem agora a capacidade de distinguir através da cor da saia ou do pullover,  da menina e do menino, o que é de aproveitar do que não passa de manobra destruidora do lobby do homossexualismo.

 

Se Deus, na Sua infinita sabedoria, nos fez e nos vestiu de cores diferentes por alguma coisa foi.

 

Bravo, Joana Bento Rodrigues! Embora exista roupa unissexo há imensas décadas, não parece nada que a menina saiu agora mesmo debaixo de uma pedra.

A menina continue que não maça nada. 

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