Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]



Ilustração - Fernando Vicente


Redacção da semana: Salvem o Tony Carreira

rabiscado pela Gaffe, em 19.09.17

A minha professora mandou-nos fazer uma redacção com o título Salvem o Tony Carreira. A bem dizer eu não sei o que hei-de escrever por isso vou fazer um desenho muito bonito onde está o Tony Carreira mesmo no meio da controvérsia. A controvérsia é a folha onde fiz o desenho. Os outros senhores que emprestaram as canções ao Tony Carreira estão ao lado a dar-lhe as cantigas que eram deles até o Tony Carreira as ter ouvido. A gente é assim. Parece que sofremos muito da influência que é uma gripe que mata as pessoas que escrevem coisas antes do Tony Carreira. O desenho é muito fácil de se perceber porque eu desenho bem. Ora vejam.

gui.png

Que bonito. Vou pedir à minha prima que o meta no faicebuque. A minha prima manda pelo faicebuque a uma amiga que anda de camioneta atrás do Tony Carreira e ela dá-lhe uma fotocópia para o Tony Carreira mostrar aos polícias. De certezinha que vai ter muitos uaiques e muitos uoues no faicebuque da amiga da minha prima que não consegue dizer os éles. É preciso cuidado com a amiga da minha prima Idalina porque ela já disse ó Idauina ó minha uinda tu sabes que até sou capaz de apunhauar  as que não desuargam o uove que tenho peuo Tony. Que nenhuma badauoca se couoque à minha frente ou ao uado do Tony que eu uixo todas. A mulher é bem capaz de dar-lhe um atentado se lhe chega aos ouvidos que o Tony anda com outras que não são dele. A tristeza é que vai-se a ver e quem andou a cantar as canções do Tony Carreira foi a Laura Fabiana e um senhor espanhol parecido com o meu primo Zeca mas com mais dentes e ninguém se lembra de atirar isso à cara desses desavergonhados que só fazem puágios. A amiga da minha prima diz que os puágios uma merda. Puágio é a Maria José Portugaue Portugaue e que a essa muua uiora ninguém diz um pirouito. É por isso que eu acho que um puágio é uma senhora  que mostra no feicebouque as coisas dos outros para ter muitos uaiques. Ou é puágio ou é franchanzingue. Eu gosto muito do Tony Carreira mas também gosto do senhor espanhol que bebe muito e da Laura Fabiana ou dos três ao mesmo tempo que é um tressóme que diz que ouaré que é do caraças.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: A mão criminosa

rabiscado pela Gaffe, em 22.08.17

A mão criminosa é a mão que faz os incêndios. Só faz incêndios. O resto das outras maldades é feito pelo corpo todo e também pelos mercados. Parece-me que são duas porque é muito difícil uma mão sozinha segurar num fósforo e raspar naquela lixa ao mesmo tempo. Podia usar um isqueiro mas apagava-se logo que a mão criminosa o largasse nos entulhos que são as florestas. Eu acho que a mão criminosa é do tipo masculino porque se fosse mão criminosa mulher tinha neiles e depois não podia fugir que as neiles são assim como os tacões muito altos que a minha prima usava no trabalho. A minha prima Idalina diz que correr com aquilo era complicado quando tinha de fugir da polícia que fazia a vistoria onde a minha prima tinha o escritório. Agora usa croques e mudou-se para o lado dos eucaliptos que são umas árvores que vieram do país onde há coalas. Os coalas são como os pandas mas em castanho e nascem das cesarianas que as canguruas têm de nascença. Era bom que os nossos governantes mandassem vir coalas do país onde há muitas porque os bichos comem eucaliptos e assim a mão criminosa não tinha onde pegar fogo. Fica a ideia. A mão criminosa vai pela calada da noite incendiar as matas e as redes sociais e as dos telefones Sirespes que eram do senhor Zanal Baba que foi embora sem agradecer a medalha que lhe deram por ser muito poupado. Depois a mão criminosa desata a fugir muito depressa com os dedinhos a dar a dar. Parecendo que não os dedinhos da mão criminosa são como aquele atleta chamado Bolte que corre como um supositório. Mal a gente o larga enfia-se por ali fora tão depressa que a gente até sente o rabo a arder. O meu avô diz que para a mão criminosa só a mão pesada e que o que é preciso é uma mão de ferro. Eu não acho. Eu acho que o país já tem muitos manetas.  

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: Os filhos do Ronaldo

rabiscado pela Gaffe, em 10.07.17

Os filhos do Ronaldo já chegaram. O Ronaldo tinha encomendado só um mas as lojas dão brindes às pessoas ricas para ver se elas voltam. Felizmente que chegaram sem defeito para não haver problemas e ser preciso devolver que estas coisas são o diabo quando não podemos ver o que compramos. O Ronaldo não tem tempo para andar nas lojas porque tem de treinar muito e manda vir tudo pela internete. Depois a gente não sabe se o que vem é mesmo aquilo que se compra. A encomenda não veio pelo correio porque os correios estragam tudo nas viagens e os filhos do Ronaldo podiam vir com amolgadelas ou até com um braço desencaixado. O Ronaldo ainda pensou mandar vir pela Cronoposte que são uns senhores que telefonam antes de chegar para a gente estar em casa. A Cronoposte embrulhava os filhos do Ronaldo muito bem com aquele plástico às bolinhas que a gente aperta quando está com os nervos e metia tudo numas caixas com esferovite dentro. Não partia nada. Mas o Ronaldo está sempre fora nos treinos e pediu a D. Dolores para ir à loja e trazê-los porque a D. Dolores não se esquece de pedir a garantia que às vezes não vem no correio e tem muito cuidado para ver se está tudo em ordem. É preciso ver estas coisas com muita atenção porque para devolver é uma consumição e às vezes sai-nos o tiro pela matraca e o produto quando cresce não pode fazer publicidade à MEO e compensar o investimento. A D. Dolores é que disse ao Ronaldo que ele devia ter paciência e esperar que uma encomenda daquelas não vem de um dia para o outro. A gente mete no carrinho de compras lá na internete e depois tem de ficar à espera que os da loja montem as peças. Demora sempre uns mesitos. Não é como a revista da D. Cristina Ferreira que num instantinho dá lucro e quilha o Zuquenber do faicebuque com umas verdades das boas e muito bem ditas porque aquilo é do pior que há. Não se pode meter na frente de ninguém duas pessoas aos beijos mas que não podem ter filhos porque são iguais na pila e no pipi. Ainda se os pudessem comprar vá que não vá que faziam bem e não enervavam as pessoas que até não diziam nada e gostavam como eu dos filhos do Ronaldo. Eu gosto muito da loja onde o Ronaldo compra cachopos.  

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: Aquilo dos medicamentos

rabiscado pela Gaffe, em 09.07.17

Eu até sei onde eles podem meter aquilo da agência dos remédios.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: Tancos

rabiscado pela Gaffe, em 07.07.17

Foram os ingleses que eu ouço-os a dizer tancosverimache.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: Os incêndios

rabiscado pela Gaffe, em 20.06.17

Eu não gosto de incêndios e fico muito triste quando eles aparecem. Tenho muito medo. A minha prima Idalina até nem quis ver quando viu as imagens que as televisões mostravam de gente toda carbonicada. Graças a Deus que há jornalistas que até mostram os mortos para a gente ficar avisada que nos pode acontecer o mesmo e depois ficamos todos ali parados à espera que nos venham levantar que agora não há tempo para merdas queimadas e o que interessa é salvar o que não ardeu. Os bombeiros não chegam para tudo mas é bom mostrar que este país anda todo desorganizado que até deixa mortos por todo o lado sem lhes acudir. Só assim é que uma pessoa dá conta. Os jornalistas dos incêndios usam sapatilhas que são uns pénis com sola que dão para saltitar em cima dos troncos carbonicados e pode parecer que não mas dão um ar muito desportivo de quem não está interessado com o aspecto. Estas sapatilhas também ajudam a dar pulinhos para cima dos carros esturricados que se fossem Volvos só de encontro a um poste é que se desfaziam. Foi pena estes jornalistas não terem estado mesmo ao lado do túnel onde uma princesa se quilhou. Uma pena. Uma reportagem com uma morta da realeza logo ali era bem capaz de convencer as pessoas pobres a não conduzir a altas velocidades dentro dos túneis e a não fazer tuningues. Era bem feito que os jornalistas puxassem um pé a um morto e o arrancassem assim do carbonicado só para nos mostrar que é perigoso uma pessoa andar a fazer de paspalho metido num carro no meio das labaredas depois de saber que as matas estão ali mesmo a pedi-las sem que ninguém lhes acuda há anos. Felizmente temos a D. Cáritas que é uma senhora muito bondosa que já tem uma conta aberta no banco onde a gente pode lá meter dinheiro se quiser ajudar. A D. Cáritas depois dá aos pobres que ficaram sem casa depois dos pobres preencherem os impressos e prometerem que não gastam em droga. A televisão vai fazer uma gala muito grande com foguetes, bombos, uma passadeira branca porque o vermelho lembra o fogo e vestidos compridos e todos brilhantes só porque quer ganhar dinheiro para os carbonicados. Até parece que vamos voltar a ver o cu da Rita Pereira que o meu pai diz que também é um fogareiro. A gala não é para os ingleses mas eu sei que também houve por lá cabonicações e que morreram ainda mais cadáveres que cá mas a Inglaterra é muito longe e não nos chega o fumo por isso basta metermos no feiceboque uma coisa chamada jessui e pormos à frente o que quisermos que já dá. Praiforosincêndiosládelondres também serve desde que a gente ponha umas cruzinhas atrás chamadas astasgues. Eles que são pretos que se entendam, como diz o meu avô que é um judeu nestas coisas. Forreta como não há. Em Inglaterra diz que foi por causa dos revestimentos. Aqui parece que foi também por causa dos reinvestimentos só que em submarinos. A minha prima disse para eu meter um lacinho preto aqui ficava bem e que até aliviava a consciência mas eu acho que quero ter isso pesado.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O Salvador Sobral

rabiscado pela Gaffe, em 11.05.17

Eu gosto muito do Salvador e a minha família também desde que ele passou à final do festival. Não sei se conhecem o Salvador por isso vou dizer quem é. O Salvador é assim como um bolinho de bacalhau com dois palitos espetados a fazer de pernas e uma azeitona das verdes a fazer de cabeça. Tem um tampão no nariz que a irmão lhe deu que tem muitos e podia dispensar um que não lhe fazia falta. O Salvador foi ao festival da canção e ficou muito conhecido e toda a gente gostou dele e ficou muito orgulhosa. Até a minha tia que antes dizia que o moço era um morcão agora vai a Fátima pedir por ele que canta como os anjos. A minha prima meteu no feiceboque “Salvador faz-me um filho” mas não conta porque a minha prima pede isso a toda a gente desde que tome precauções que são umas coisas que tapam o pipi. Eu por acaso não gostei muito de o ver. Não tinha fogo preso nos pés e a música dele não é a dos carrinhos de choque que eu gosto tanto. O meu primo disse que não tinha gajas boas aos saltos e que por isso já foi. Isto não é verdade porque ter uma gaja boa aos pinchos pode não ser bom. Havia uma gaja boa lá no festival que saltava que nem estou bem a ver com uma trança tipo helicóptero e que também já foi. Às vezes mais vale aparecer com um cavalo e um gorila. O Salvador parece uma preguiça atrasada mas acho que não chega. O que o Salvador devia era cantar mais alto. Se metesse uma corneta ou a sirene dos bombeiros e se atirasse de vez em quando para o chão ali mesmo no meio da canção ficava bem e dava um arzinho àquilo. Foi pena a D. Luísa não se ter lembrado disso e de pedir à D. Joana Vasconcelos para mandar fazer assim uma coisa bem grande para meter no cenário a piscar a largar fogo-de-artifício. Isso é que dava. Eu gosto muito do Salvador mas acho que já estou fartinho de ouvir falar dele. Afinal é só um rapaz a cantar.  

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O senhor Dijsselbloem

rabiscado pela Gaffe, em 23.03.17

Eu não tenho escrito nestes dias porque ando a pensar muito e não consigo fazer as duas coisas ao mesmo tempo. A minha professora até perguntou se eu sou disléxico ou quê. Eu acho que sou o quê porque quando disse à minha mãe o que a minha professora tinha dito a minha mãe disse que estava com licença cagando para o que a minha professora dizia e que no tempo dela só havia cachopos burros. Agora é que têm a mania de andar com florinhas. Por isso não sou disléxico. Ando a fazer o que o meu avô se farta de dizer que é ver e calar como dizia o Salazar. As pessoas caladas vivem melhor. A minha tia está cansada de avisar a minha prima para fechar a matraca lá no feiceboque que é um perigo. A minha prima Idalina mete lá tudo o que lhe vem à mona e põe fotografias que a gente chama selfes com pau. Depois anda à batatada com os amigos que lhe dizem coisas por causa das mamas à mostra e dos paus que também se conseguem ver. A única vez que a minha tia meteu fotografias no feiceboque foi quando fomos passar férias a Albufeira e vimos duas holandesas velhas todas nuas a beber cerveja e uísques que são uma espécie de comida para gatos ricos que o do Firmino só comia restos. As holandesas andavam nuas e aos guinchos porque se usa muito lá na Holanda uma pessoa vestir-se assim quando vem a Portugal nas férias e passa pelo Guincho. A minha irmã teimou que era por causa dos homens da lota que saíram da rolote das velhas holandesas para ir à pesca. Eu acho que devia ser pesca com rede porque um deles trazia uma na boca. A minha tia disse que era igual às meias que a Idalina usa no trabalho e fotografou aquilo para mostrar que nós também usamos coisas bonitas quando trabalhamos e não é só no estrangeiro que as mulheres são finas. Depois meteu a fotografia no feiceboque. O meu tio quando viu disse que aquela merda era uma vergonha e só não cascou na minha tia porque sabe que se levanta o bico apanha uma pantufada que lhe leva os dentes que isto do machismo é uma coisa que enerva muito a minha tia. Eu acho que o meu tio ficou com raiva dos homens da lota por cauda das holandesas nuas que ele não viu porque estava a lavar a louça na pia do campismo. Começou a berrar que se gasta tudo em copos e mulheres e que depois é a miséria que se vê. A minha tia até teve de o acalmar e de lhe lembrar que ele já não tem idade para aquelas coisas. Que vá bebendo e calando porque da última vez que apanhou uma holandesa nua nem a deixou tirar os colantes e depois andou a dizer que a bandalhoca que é um badalhoca de banda larga era virgem. Uma virgem é uma senhora que cresce em cima das oliveiras. A bem dizer já não há muitas que isto de andar em cima das árvores ainda dá trabalho e já não rende como rendia. Eu gosto muito do senhor Djalobomble.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O destaque

rabiscado pela Gaffe, em 14.03.17

Eu gosto muito do destaque embora não saiba bem o que significa. Fui a tempo de ver a palavra no Magalhães antes de chegar um senhor vestido de ministro que mo tirou à chapada depois de outro senhor vestido de ministro mo ter dado há uns anos para eu ver o significado das palavras. Eu como agora aprendo inglês aqui na escola até lhe disse put a keep pare you mas o homem fez que não entendeu e arrancou-mo na mesma. Só tive tempo de ver que no Magalhães aparecia a palavra destaque por isso penso que é o contrário de taque que é uma coisa que se faz no hospital. Não é aquela coisa que se diz mas que primeiro bisnagamos o ambiente com uma das amostras de cheirinhos que a minha prima Idalina rouba nas perfumarias enquanto as empregadas estão distraídas a falar no uatesapo com as outras colegas que estão no balcão ao lado. Isso é um traque. Um destaque é uma coisa que atira para ar uns vírus que fazem mal às pessoas e aos computadores. Deve ter sido por isso que me tiraram o Magalhães que devia estar cheio de destaques dentro e já a infectar a mioleira à minha professora que disse que aquilo tudo era uma vigarice e que se nos apanhasse a ver mulheres nuas nos fechava a tampa do computador depois de nos meter a pila lá dentro. A Escola não é a oficina do meu primo Zeca que tem umas fotografias coladas na parede de senhoras com mamas de fora. A minha prima Idalina diz que são companheiras de luta que a minha prima é sindicalista e trabalha no turno da noite porque diz que depois das nove há mais movimento de massas. Eu só espero que não sejam as massas que comi com atum ao jantar que ainda andam às voltas nos meus intestinos. Até tive de disfarçar o pivete. Não foi é complicado porque basta a minha professora falar que ela tem um bafo que parece saído do Inferno e aquilo passa. É melhor se nenhum dos cachopos da minha classe não vomitar nos cadernos como aconteceu ao Bernardino que é um colega meu que está sentado no fundo da sala e que fica muito agoniado com os bafos das pessoas e que também vomita com o cheiro dos queijos da serra que a minha prima traz do sindicato quando não há trocos e com a bosta das vacas que andam a pastar aqui no recreio. A minha prima Idalina diz que as vacas deviam ser sagradas como num país chamado Índia que fica na América que está cheia de índios que usam penas na cabeça de passarinhos mortos à paulada que é uma menina que desfila em Torres Vedras chamada Paula mas que toda a gente trata por Paulada porque dizem que é tarada por andar toda nua a abanar o rabo em cima de um carro de bois enfeitado com flores de papel de embrulho durante as férias do Natal e fala com sotaque do Brasil que é país que fica debaixo do mar e que foi governado por uma lula gigante que também era sindicalista. Eu até penso que é tudo mentira porque o único país dentro de água que eu conheço é o meu e não é nenhuma lula que o governa e se dissermos que é um polvo mesmo que seja um polvo ranhoso levamos umas chibatadas que até nos levantam dos bancos depois de lá terem saído uns senhores de óculos e muito tesos por causa das preocupações e do trabalho que tiveram em almofadar o rabo para não magoar as hemorróidas quando decidem que já é altura de disfarçar os traques que foram dando mesmo aqueles que cheiram às amostras que a minha prima roubava nas perfumarias antes de a descobrirem lhe chamarem vaca e telefonarem à polícia. O que valeu foi que a minha prima Idalina também faz artesanato nas horas de ponta e ofereceu uns alfinetes de peito ao polícia de turno que gostou muito e agora não sai de lá de casa a pedir o resto porque pelos vistos a mulher dele é mais bolos. Eu gosto muito do destaque que fizeram no Sapo.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O Festival da Canção

rabiscado pela Gaffe, em 08.03.17

O Festival da Canção é uma coisa muito bonita com muitas luzes onde as pessoas votam. O voto das pessoas que votam vai pelo telefone e depois manda às pessoas a conta. Eu este ano vi o Festival da Canção na casa da minha tia que gosta muito de canções festivaleiras que são canções onde é preciso gritar muito e ter muitos batuques e pessoas atrás aos pinchos com umas coisas a brilhar espetadas no cu e na cabeça. Este ano a minha tia disse que aquilo foi uma merda e que vamos ficar em último. Nos anos passados ganhamos sempre o Festival porque não mandamos um morcão e uma fanhosa a cantar uma coisa a dois que mal se ouvia. A minha tia disse também que o morcão que ganhou parecia que tinha caído no lixo e que aquilo não são maneiras de se apresentar no palco. Devia ter vestido uma coisinha limpa e assim com umas luzes a piscar como o Goucha. O Goucha não apresentou o Festival. Foram duas meninas muito bonitas. Uma chamada Bárbara que é de Fermentões em Guimarães que a minha prima Idalina conhece bem porque tem muita mata e muito arbusto e outra menina chamada Alberta Marques Fernandes que também faz as notícias depois do Festival. A minha tia achou que as duas meninas eram as únicas magrinhas que por lá havia mas eu vi outra que parecia que tinha morrido apertada com uma coisa castanha e achei que passava fome que no Festival não dão lanche. A minha prima Idalina gostou muito da canção onde havia uma senhora gorda que gritava muito a ver se apanhava os dois homens que cantavam ópera que é uma coisa que os cirurgiões fazem muito. A minha prima disse que essa sim era festivaleira. Ou essa ou a do rapaz que ninguém sabe quem é mas que era o Justino Biba porque cantava em inglês mas que estava disfarçado de velha para não ganhar logo. Eu achei bonita a canção que ganhou mas não disse nada porque a minha tia leva muito a peito o Festival que nos representa e era certinho que levava um tabefe. Não me lembro das outras pessoas do Festival mas isso é porque o peito da minha tia estava na frente e eu não consegui ver muito bem. A minha tia não sabe porque não mandam a Ana Malhoa que dá sempre muitos votos. Eu gosto muito do Festival.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O BES

rabiscado pela Gaffe, em 06.03.17

O caso BES é um caso mediático porque só se pode pagar com o cartão mediatis que é um cartão só para médicos. Não se pode usar o cartão multibanco como no caso BPN que é muito mais engraçado de dizer mas que fez muitas vítimas inocentes que agora usam umas pulseiras nos tornozelos que disparam um alarme que está ligado a uma central atómica que lhe coze os tomates quando pensam fugir. Isto é tudo tecnologia de ponta e nada como no caso das offchorses onde os polícias mandaram vir de fora uns cães que cheiravam mal as coisas. Não era preciso mandar vir do estrangeiro esses cães porque bastava a senhora pintora Paula Rego que é a chefe da Polícia Judiciária ir buscar a Tinita que é cadela da minha tia Elvira e que já tratava da alma porque os intestinos já eram. A Tinita safou-se de ir para o canil no ano passado porque o canil não estava pronto. O Presidente da Junta andou na carrinha com um funil eléctrico que aumenta a voz a dizer na freguesia ao lado que ninguém devia abandonar os animais porque tínhamos bichos que chegassem para abater quando o canil ficasse pronto. A Tinita costuma desatar a ladrar quando o telemóvel da minha prima Idalina toca e que está dentro de um saquinho que a Idalina comprou nos chineses parecido com o coelho do saquinho da mãe da Médi mas só que em rata. Os cães cheiraram e disseram que era uma coisa que o senhor governador do banco andava também a cheirar porque tinha droga. Não é nada disso. O saquinho só serve para não riscar o telemóvel que está lá dentro e que o governador do Banco de Portugal usa para telefonar para mandar vir salgados para o lanche ou marcar férias nas matas de um senhor muito rico que era dono de muita coisa e até das matas. A minha prima Idalina viu no cinema um filme chamado Blair que se passava nestas matas e ficou toda borrada. Até disse que matas nunca mais agora só nas esquinas e quando muito nas zonas das bordas com um ou outro arbusto que ainda lhe davam na tromba com as máquinas de filmar como àqueles campistas do Blair. O Balir era um ministro da Inglaterra que é um país que tem muita mata e que pertence a uma família real que se chama Mac Donaldes. Os Mac Donaldes abriram uma loja na América onde se vende computadores e carne picada que tem de ser muito bem esturricada porque senão aparecem dedos de pessoas lá dentro. A minha prima prefere comprar os rissóis e no Intermarché mas o meu primo Zeca disse que lhe dão azia. O meu primo Zeca é estúpido porque ninguém dá às pessoas os continentes. Ainda se fosse a Europa ainda vá que não vá que diz que somos todos de lá menos a Polónia que é de um senhor que anda atrás das mulheres para as desancar e para as esturricar nos fornos que pertenciam a um senhor que fazia filmes onde as pessoas andavam muito depressa e não tinham cores. As cores só apareceram muito depois com a evolução do Darwin. Não sei o que é o Darwin mas a minha prima Idalina diz que já fez isso quando esteve no Algarve. Deve ser um estrangeiro que veio junto dos cães que cheiram mal ou então um jornalista dos tablóides que são tábuas onde se levam os bifes dos Mac Donaldes para grelhar com os alhos e as cebolas que é como a minha professora gosta de os comer. A minha professora disse que para ela o caso BES já foi e é igual aos outros mas pior ainda. Nem sei porque é que ela me mandou fazer esta redacção logo a mim que sei tanto como a polícia. Só se for porque escrevo melhor e vou ser escritor quando for grande e metido no panteão que é uma casa onde também estão umas caixas de pedra sem nenhum morto dentro o que faz jeito porque eu não quero morrer. Eu gosto muito do caso BES.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: O Dr. Eduardo Sá

rabiscado pela Gaffe, em 03.03.17

O senhor Doutor Eduardo Sá é um senhor muito bondoso assim tal e qual a madre Teresa de Calcutá que tratava dos pobres que eram mais do que as mães. As mães dos pobres também estavam lá em Calcutá e também eram pobres. A diferença é que o senhor Doutor Eduardo Sá não usa os panos da cozinha na cabeça como a madre Teresa mas também não conheceu a princesa Diana como a madre Teresa. A madre Teresa até lhe deu conselhos ó filha tu não corras que a tua vida é uma correria é tu para aqui é tu para acolá se continuas assim ainda te espetas contra um poste. A minha prima Idalina diz que já não se fazem senhores como o senhor Doutor Eduardo Sá nem como a princesa. A minha prima sabe muito destas coisa porque até diz que fazia na boa o Senhor Padre Amaro que é um senhor que namora com a Soraya Chaves que a minha tia diz que tem cara de quem anda com um vibrador encastrado. Eu não sei o que é encastrado mas deve ser das cozinhas porque a minha tia também tem uma encastrada no apartamento novo. Um vibrador eu sei que é um aparelho para bater na fruta. A minha avó disse que mais vale um pássaro na mão que dois desses batedores a vibrar mas a minha avó só diz merda porque teve um acidente em pequena e ficou sem os dentes da frente que são os dentes que fazem a ligação com os miolos. Não é como o senhor Doutor Eduardo Sá que é muito inteligente e muito compreensivo. Até defende as bichas que o meu primo diz que deviam ser todas queimadinhas. Eu também acho que as bichas deviam ser queimadas. Eu só arranco asas às moscas e até já nem acho muita piada mas se a minha mãe me vê a tocar nos fósforos levo nas trombas porque no ano passado incendiei o palheiro onde a minha prima Idalina fazia o picheleiro. A minha prima com o talento que tem para estas coisas devia era ser professora de trabalhos manuais como o senhor Doutor Eduardo Sá que também faz muita coisa com a mão segundo diz o meu primo Zeca que lê muito. O meu primo só não acha bem o que o senhor Doutor Eduardo Sá defenda as bichas porque elas também fazem mal aos intestinos. São uma doença que ataca muito as pessoas inocentes que vão passear às quatro da manhã para o parque Eduardo número sete. São pessoas muito distraídas assim como eu que já vou levar dois estalos da minha professora porque o senhor Doutor Eduardo Sá parece que é jesuíta. Podiam ter-me dito há mais tempo que afinal a redacção era sobre um pastel mas também apanhava nas trombas porque afinal um jesuíta também não é um pastel. Raio da merda do homem que só me dá problemas. Eu não gosto de problemas porque fico sempre com a cara a arder e o nariz a sangrar como o meu primo Zeca quando vai ao futebol e não leva umas coisas de ferro para enfiar nos dedos e que o meu primo diz que ajudam muito quem tem problemas de nervos. Eu gosto muito do Senhor Doutor Padre Jesuíta Eduardo Sá.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: Os lápis de cor

rabiscado pela Gaffe, em 02.03.17

Na semana passada a minha professora chamou a mãe do Firmino à nossa escola. A mãe do Firmino meteu baixa que é uma coisa pequena e veio ver o que era. A minha professora mandou-a sentar ao pé dela mesmo à nossa frente mas de lado e disse-nos que tinha sido o Firmino a roubar os lápis de cor à Liliana e que era bom que toda a gente soubesse qual era a raça do cachopo. A mãe do Firmino ficou como os tomates do meu primo Zeca que são muito vermelhos e brilhantes e desatou a chorar que nem parecia uma pessoa crescida. A gente grande chora para dentro que as lágrimas depois de velhas só caem no coração. Depois a mãe do Firmino levantou-se e foi ter com o Firmino que está na última carteira mesmo ao pé da janela porque é o único que diz que não tem frio. Agarrou-lhe na mão e foi-se embora. Nem disse bom-dia que é muito educado dizer-se quando vamos embora. Também podemos dizer adeus mas isso é só quando temos lágrimas grandes na garganta quase a cair no coração e já não vale a pena dizer bom-dia porque é sempre noite. Eu sei que o Firmino vai apanhar uma tareia e depois vai dizer que caiu pelas escadas abaixo ou que tropeçou na lenha e raspou a cara nas farpas. A gente sabe e já não liga. O meu pai disse que só se perdem as que caem no chão. Eu não me importava nada que as que caem no chão não nos apanhassem já lá deitados mas a gente não pode ter tudo o que quer. O Firmino se queria ter lápis de cor devia ter pedido ao padrinho dele ou então que pintasse o sol com a tinta das mimosas esmagadas misturada com cuspo. Não fica muito bem mas dá para disfarçar e mais vale pouca coisa do que nada como diz a minha avó. O céu deixava em branco a fazer de conta que são nuvens. Não se podem roubar coisas para dar cor ao nosso céu. Eu acho que têm de ser nossas. A Liliana ficou quase uma semana sem os lápis e levou duas estaladas por não apresentar os desenhos em condições. Foi por isso que estava toda contente por saber que o Firmino ia apanhar das boas no lombo. Foi bem feito para ela o Firmino ter aparecido sem uma negra.  Acho que foi a mãe do Firmino que se meteu à frente e disse ao Firmino para se esconder depressa e depois tropeçou. Eu sei disto porque a minha irmã viu a mãe do Firmino e disse assim pelo meio dos dentes olha outra que também cai muitas vezes. A mãe do Firmino aleija-se muito. Eu gosto muito de pintar o céu de branco.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: A D. Dulce

rabiscado pela Gaffe, em 01.03.17

Eu gosto muito da D. Dulce Pontes. Ontem vi na televisão que a D. Dulce lançou um novo CD que os velhos já tinha lançado e fiquei muito espantado, porque a D. Dulce faz CD todos estragados. O senhor Vitorino que é um homem que tem reuniões às Segundas e Quintas-feiras ao fim do dia com a minha irmã Idalina deu-lhe um e disse-lhe olha Idalina hoje não trouxe queijo mas dou-te este CD muito bom que me deram lá nas obras. Eu até fiquei muito contente porque sou obrigado a comer os queijos do senhor Vitorino que diz que fazem muito bem aos ares mas que cheiram muito mal porque são da serra e os pastores são muito pobres e não conseguem dinheiro para comprar luvas para amassar as tetas das cabras e então usam nas mãos as peúgas de lã que tiram aos fins-de-semana para as pastoras as poderem lavar. O CD que o senhor Vitorino deu à Idalina estava mal porque avariou a aparelhagem e a culpa não foi da aparelhagem que até tem um botão que diz play em inglês. Isso não adiantou nada porque quando a minha irmã meteu o CD o aparelho começou aos gritos muito estranhos que até parecia que estavam a enfiar um cacto no cu da D. Dulce. O meu primo Zeca disse ó Idalina ó bruta tu não vês que é a mulher que canta assim. O meu primo Zeca não pode dizer nada porque só gosta da dona Mariza Rodrigues que já morreu e está metida na parede dum apartamento muito grande e importante em Lisboa. A D. Mariza Rodrigues tinha o cabelo branco dos desgostos que apanhava quando andava no fado e com carrapichas que é uma mistura de carrapato e das coisas que não posso escrever aqui porque levo uma pantufada da minha professora que me leva os dentes e que é muito injusta porque não faz mal usar os nomes científicos que os médicos dão à pila. Eu não tenho culpa da D. Mariza Rodrigues ter carrapichas no cabelo que foram feitas por um cabeleireiro bicha com cuspo. O cuspo das pessoas bichas é muito peganhento e pegajoso vá lá a gente saber porquê e dá para fazer essas coisas que dão muito trabalho e que fazem as pessoas bichas adoecerem e ficarem muito distraídas e muito cansadas. O Senhor Padre Alfredo disse que as pessoas bichas precisavam de tratamento num campo e de se concentrarem mais. O meu primo Zeca disse que as pessoas bichas não podem meter um supositório sem o segurarem com um alfinete porque cai. Ora eu acho que gente assim precisa de ajuda como eu que mamei agora uma traulitada da minha professora porque a D. Mariza não se chama Rodrigues e quem se chama Rodrigues é outra senhora chamada Amália que não morreu porque o meu primo Zeca disse que ela não morre e que abre os braços e levanta a cabeça para ver se os pássaros não lhe borram a cena e que diz obrigada obrigada obrigada agora o povo agora o povo agora o povo e a gente canta que se desunha em vez da senhora D. Rodrigues que ganha um pipa de massa com aquilo e depois compra cortinados muito grandes que também servem de vestidos mas mais bonitos do que os da D. Dulce que são todos uns sacos de merda e que a fazem gorda e a parecer um daqueles bonecos gigantes que havia naquele país que agora é dos americanos e que uns homens deitaram abaixo para fazer bonequinhos mais pequenos e vender aos chineses que fazem aparelhagens iguais à da Idalina e que gostam muito de ouvir a D. Teresa Salgueiro que era uma freira que cantava sempre a mesma coisa na missa. O senhor papa número 16 antes deste mandou-a para a China quando descobriu que ela não era culogista e gostava de incendiar vacas e depois comer. A D. Teresa pelo menos não faz caretas como a D. Dulce. Parece que não é um cacto que lhe enfiaram no cu é coisa mais fina tipo apito. A D. Teresa usa umas mantas pretas com penduricalhos nas pontas e tem também um cabeleireiro muito doente que não sabe que o cabelo é uma coisa que cresce pela massa cinzenta do cérebro e que até pode encravar e crescer para dentro e fazer as pessoas carecas. Eu gosto muito da D. Dulce Pontes.

 photo man_zps989a72a6.png

Redacção da semana: As polémicas

rabiscado pela Gaffe, em 28.02.17

Eu não sei muito bem o que são polémicas porque ainda sou pequeno e não conheço muitas palavras difíceis. Mesmo as que conheço às vezes só sei dizer as letras. Eu acho que tem a ver com desenhos mal feitos e com o Teatro do senhor Filipe la Féria que também se chama Teatro Polémico. Eu por acaso não gosto porque não tem pessoas nuas. Até era fácil ter. Eu fui ver com os meus pais um teatro chamado Mai Fair Lade que também é do senhor Filipe La Féria que é muito rico e tem muitos teatros e o meu pai disse que merda daquela os bombeiros daqui também fazem. Basta arranjar um candeeiro grande e umas escadas em caracol e ensinar a Idalina a fazer de rica porque parola ela não precisava que já é e até se punha nua se fosse preciso. O meu pai não pode dizer nada porque não estudou como eu que já vou apanhar um soco porque a minha professora está a dizer que o Teatro do Senhor Filipe La Féria afinal não se chama Polémico e que se chama uma coisa que se lhe varreu da cabeça. Eu agora não posso apagar nada porque a minha borracha está nas últimas e tenho de poupar que já gastei o lápis de cor amarelo a pintar o sol. Por falar nisso lembrei-me agora das polémicas das caricaturas e acho que devem ser desenhos mal feitos e com números de telefone porque dão porrada. O meu primo Zeca também levou uma carga de porrada do meu tio no ano passado quando fez um desenho da minha prima e escreveu a Idalina é puta e pôs o número de telefone dela nas paredes da cagadeira que agora se chama duplo Vê Cê desde que o Presidente da Junta mandou uma fotografia ao senhor Costa com as sanitas todas partidas. Eu vi o senhor Costa na televisão uma vez mas não ligo muito a concursos com o senhor Passos Coelho a apresentar. Só sei que foi o senhor Costa com o dinheiro que ganhou nesse concurso que mandou para cá sanitas novas que o meu primo Zeca andou a meter nos buracos antes de levar porrada. Quando lhe bateram ele ficou com um osso do ombro partido e já não fez mais nada porque era um osso que vai direitinho ao cérebro e quando a gente o parte pronto já não pode meter sanitas e só grita. O meu primo Zeca fez um chinfrim desgraçado a dizer que lhe tinham cortado a liberdade de expressão mas se calhar é a liberdade que às vezes se exprime mal e depois dá em porrada como os árabes da televisão que andam a queimar panos e a atirar coisas às pessoas que até parecem o senhor Doutor Mário Nogueira mas que não são árabes nem são o senhor Doutor mário Nogueira. São mas é senhores disfarçados porque eu sei que os árabes só andam de panos de cozinha na cabeça e lençóis cosidos. não queimam a roupa. As senhoras árabes andam com gaze nas mamas e na boca por causa dos dentes podres que na Arábia não há muitas escovas. Eu sei isto porque no Carnaval a minha prima Idalina disse ao Zeca olha eu vou vestida de árabe tu vê se me arranjas umas gazes lá no hospital onde vais fazer os tratamentos. O meu primo Zeca vai fazer tratamentos por causa da tareia que mamou à custa do desenho que fez da minha prima no duplo Vê Cê. Até foi injusto porque a minha prima Idalina passou a receber muitas mais chamadas a sair mais e até já foi ao dentista tratar dos dentes porque com eles podres fica-se com uma voz esquisita ao telefone. Eu gosto muito de polémicas.

 photo man_zps989a72a6.png




  Pesquisar no Blog