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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe musicada

rabiscado pela Gaffe, em 11.12.15

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A minha Neurótika preferida decidiu colocar-me numa posição embaraçosa, desafiando-me a satisfazer a sua curiosidade. Não posso passar despercebida, embora reconheça que não sou grande ouvinte e que todas as melodias que ouço são sempre oferta de um Amigo que percebe que apesar de deslumbrante sou surda como uma porta.

 

1 - Qual é a música que descreve melhor o teu estado de espírito? Porquê?

Porque a saudade que vem devagarinho com a primeira luzinha da manhã está exactamente aqui.

 

2 - Preferes pop ou rock?

Eu é mais bolos.

 

3 - Que música te faz lembrar o amor?

Deveria responder aquela que ouço nos gestos das mãos dele, mas não será isso que se pretende. Posso sempre substituir a frase por esta versão do meu amor.

 

4 - Que música te faz dançar?

Danço ao som de tantas vozes, mas não consigo resistir quando surgem todas juntas.

 

5 - Qual é a música que te acalma?

O som da chuva e o de um coração.

 

6 - Qual é a melhor música para ouvir pela manhã?

Os tambores que chegam nas nuvens das promessas.

 

Vou pedir à  prendadíssima Maria Araújo e a minha querida Paula  - que me acompanham sempre nos passeios por estas Avenidas -  e a incontornável MJ, que me digam:

 

Qual a música que escolheriam para banda sonora deste e dos respectivos blogs?

 

Na foto - Chet Baker & Donyale Luna por William Claxton

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Gavetas:

A Gaffe dos impossíveis

rabiscado pela Gaffe, em 15.10.15

The Holy Grail.jpgMais uma vez, a minha querida Quarentona me desafia. Devo indicar as 10 coisas que nunca farei na vida. Apesar de renitente, eis o meu rol de impossíveis.

 

I

Mudar de sexo

Não que me aflijam cirurgias complicadas, mas receio que, após a alteração, acabe a envelhecer com um morcego morto no meio das pernas.

 

II

Ser mãe

Morram de indignação os baby blogs. Atirem-me à fogueira dos seus úteros fecundos e extasiados. Vou cedo ou tarde transformar-me numa rainha ruiva, rabugenta, seca e furibunda, sem paciência até para continuar a pensar que deviam ser presas as senhoras que são donas de blogs onde se vendem os filhos.

 

III

Comer caracóis e pipocas

Não necessariamente ao mesmo tempo. A minha mãe proibiu-me de morder até os meus e a minha avó considera que comer pipocas é sintoma de um transtorno de personalidade que afecta as pessoas que não conseguem deixar de mastigar o cérebro enquanto impedem que alguém tente compreender o que se passa.   

 

IV

Nudismo

Se o sol me escalda o narizito exposto todo o ano, recuso-me a imaginar o que faria ao meu rabinho perfeito que decididamente nasceu voltado para a lua.  

 

V

Ler Margarida Rebelo Pinto

O meu avô ensinou-me que mais vale jejuar como um anacoreta que passar os olhos por uma gastroenterite.

 

VI

Cozinhar

Exceptuando o mais banal, o mais aflitivo e o mais constrangedor, não vou aprender a cozinhar. A confecção das iguarias do Norte está vedada à minha proficiência, com grande desgosto meu e ainda maior apetite. A única vez que tentei cozinhar um rolo de carne com ameixa, pensaram que tinha incendiado a casa e que estava a tentar fazer com que alguém engolisse os cavacos calcinados. A minha cadela vomitou durante uma semana.  

 

VII

Mudar de perfume

Depois de encontrar o que nos pertence, não o conseguimos trocar, por muito agradável que isso seja. Deixei de sentir o meu em mim, mas percebo quando me esqueço de o usar pela manhã. Quando me dizem que já sabiam que tinha chegado, porque sentiram o meu perfume, suspeito sempre que me ensopei e que vou ter de distribuir máscaras químicas.  

 

VIII

Deixar de amar Paris

Paris tem os mais belos sorrisos do planeta.

Tem luz doirada e azul no final da tarde e cafés com mesas pequeninas nas esquinas redondas das ruas que me perdem e onde pouso a vida como quem se esquece de dormir.
Domar Paris é como ter um gato ou molhar o corpo com o azul dos anjos.
Paris é minha! Desde que eu a vi, há muito tempo.
Sei o que ela quer e dou-lhe tudo: Um rasto de Dietrich, azul e ruivo; um traço de Dean, sem causa, apenas rebeldia; um risco de mistério emoldurado no traçar de pernas instintivas e o caixilho doirado e perfumado de um corpo.
Em Paris eu sou o que cidade exige: Uma obra sua. O destino é o Louvre.

 

IX

Esquecer um lema

Se não sabes o que queres, entra. Eu tenho.

Um amigo encontrou-o perdido há muito tempo. Não se esquecem Amigos a partir do instante em que os reconhecemos - os amigos não se fazem, reconhecem-se - e eu nunca soube exactamente o que queria, mas sabia que ele tinha.

 

X

Morrer de amor

Só no Père-Lachaise.

 

 

Na foto - John Cleese - Monty Python - ou a Gaffe a ilustrar a alínea n.º 1

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A Gaffe e um triunvirato

rabiscado pela Gaffe, em 28.09.15

Iekeliene Stange by Serge Leblon.jpg

Quando a minha quarentona favorita me desafia, não consigo negar, sobretudo quando sei que não é extensa a provocação. Os deuses também estão na brevidade das perguntas e na dificuldade das respostas.

Vamos então completar o triunvirato.

 

QUERO - muito, muito, muito, quando for grande, ouvir dizer que me pareço com Kristin Scott Thomas no momento em que protagonizou O Paciente Inglês. Em alternativa, não me importo de tratar o Ralph Fiennes dessa mesma época.

 

POSSO - fazer de uma feijoada servida no meio do vinhedo do Douro ao som de um rancho folclórico, com anedotas já tontas de vinho e gargalhadas suadas e muito pouco discretas, um pequeno-almoço inglês presidido por kristin Scott Thomas, mas jamais deixarei o meu prato vazio.

 

MANDO - que tudo se cale quando ouço - e ouço demasiadas vezes! - o meu musical favorito O Fantasma da Ópera de Andrew Lloyd Webber, sobretudo quando soa Angel of Music ou Think of Me. Morro um bocadinho na lagrimazita que se escapa sempre. Um dia hei-de ser Christine!

 

Na foto - Iekeliene Stange por Serge Leblon

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Gavetas:

A Gaffe completa a frase

rabiscado pela Gaffe, em 21.09.15

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A Gaffe foi desafiada pela Cristina e apesar de não ser fã destas pequenas gaiatices, acabou por aceitar o desafio.

Não vai escolher ninguém para reproduzir o jogo, porque sabe que toda a gente que conhece já o cumpriu e não é bonito interpelar desconhecidos que não nos oferecem flores.

 

Sou muito... ruiva.

Eu nunca... li Shakespeare.

Já me zanguei... comigo imensas vezes, porque sou ingénua, inconsciente, crédula, impulsiva, inocente, irresponsável e infantil. Zango-me muito comigo quando há alguém que me prova que o sou.  

Quando era criança... queria ser adulta. Ainda não consegui.

Neste exacto momento... estou espantada por nunca ter lido Shakespeare!

Morro de medo... de insectos couraçados, com exoesqueleto. Entro em pânico se avisto uma barata.

Sempre gostei... das ruas com acordeões em Paris e de príncipes do reino da Dinamarca.

Se eu pudesse... deixava de tentar.

Adoro... a gastronomia do Norte de Portugal.    

Fico feliz quando... tenho a certeza dos abraços dos meus amigos.

Se pudesse voltar no tempo... abraçava os abraços que perdi.

Quero viajar para... lá do arco-íris, na companhia de um leão, de um Montecchio ou de sonho de uma noite de Verão.

Eu preciso... de ler Shakespeare.

Não gosto de ver... televisão.

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Gavetas:

A Gaffe no blog

rabiscado pela Gaffe, em 14.09.15

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A minha querida Magda decidiu presentear a Gaffe com o privilégio de ocupar um cantinho do seu blog.

Esta rapariga tímida espera a vossa indulgência e como seria de esperar a vossa paciência.

É um prazer, minha querida Magda, estar pertinho de ti.

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Gavetas:

A Gaffe na secretária

rabiscado pela Gaffe, em 15.06.15

secretária.jpgA recentíssima coqueluche dos bloggers americanos é a publicação da fotografia daquilo que se tem em cima da secretária no momento em que se é desafiado para captar o instante. Segundo o que é dado ler, as respostas a este repto são curiosos contributos para o conhecimento da personalidade dos autores, revelando sobretudo a forma como organizam - ou não - o quotidiano e, mais atrevido e discutível, como se relacionam com os outros.

 

Não serão fiáveis os resultados, como é fácil perceber, mas não deixa de ser curioso verificar que no preciso minuto em que se referiu esta bagatela, a fúria arquivista e a sanha do simétrico assolaram vários tampos de secretárias deste burgo.

 

Podemos transformar os dias numa esbardalhada noite de S. João, mas é sempre de bom-tom parecer que usamos com parcimónia o martelinho.

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A Gaffe às dezenas

rabiscado pela Gaffe, em 11.05.15

3.jpgA Gaffe foi instigada pela Neurótika a indicar dez matulões que a deixam mal dormida.

O esperado seria rebuscar nos arquivos onde guarda, ao lado de David Gandy, as outras jóias da coroa, mas decidiu deambular por outros recantos mais saudáveis, repletos de suor, de testosterona e de balneários.

Confessa esta pobre rapariga que lhes desconhece os nomes, mas reconhece em simultâneo que para medalhar estes atletas a Gaffe dispensa as minudências e sobe a qualquer pódio.

 

 

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A Gaffe fleumática

rabiscado pela Gaffe, em 23.04.15

bugs.jpgA Gaffe não é uma rapariga nervosa. Aprendeu com a avó a fleuma da Rainha e apenas espirra quando lhe sobe a mostarda ao narizito.

Há no entanto umas quantas situações que fazem com que lhe apeteça escaqueirar os dentes aos que as provocam.

A NeurótiKa propõe que as enumere. A Gaffe vai aceitar o desafio e referir dez.

 

1 - Gente que ao sentar-se a seu lado - num lugar onde há pouquíssimo espaço, como as cadeiras de salas de cinema antigas -, o faz como quem se espapaça na poltrona de casa a ver novelas. Tudo é ocupado pelo mastodonte que nos vai tocando com os cotovelos e afins até ficarmos anorécticas;

2 - Gente que se aproxima demais do nariz da Gaffe, a vai picando com um dedo em riste enquanto lhe atira confidências escabrosas e um hálito do mesmo calibre;

3 - Gente que aperta a mão da Gaffe como se lhe entregasse um bicho morto há já algum tempo e que espera que seja esta rapariga a fazer-lhe o funeral;

4 - Gente que larga o lixo que faz por todo o lado e que perante a chamada de atenção responde:

- Ainda cá estou, não é?

A Gaffe suspeita que esta gente está sempre no lado errado ou nunca esteve num lado que possa ser referido;

5 - Gente que usa unhas de gel multicolores, com desenhos fofinhos, pintinhas e bolinhas, quadradinhos e rodinhas, que fazem pendant com as chancas com plataformas que podem perfeitamente servir de pilares das pontes portuguesas e com a mola de plástico que prende a oleosidade do cabelo;

6 - Gente que dobrando os doze, diz treuze;      

7 - Gente que se torna acérrima defensora dos direitos das mulheres e que se esbardalha aos gritos a reivindicar a morte daquelas que ousam ter tantos namorados como noites mal dormidas – as depravadas promíscuas! Normalmente é gente que tem desalmadamente menos sexo do que as visadas e o que vai havendo é de pior qualidade que o daquelas que condenam;

8 - Gente que escreve com orgulho e peito cheio aquilo a que o meu querido Amigo chama cuesia e que desanca todos os que não conseguem macerar a verborreia e lho vão dizendo muito devagarinho para não vomitar o tédio e o sono que sentem;

9 - Gente que desdenha dos rabiosques dos rapazes da Brigada de Trânsito e dos novos GNR. A Gaffe não entende como é que se consegue depreciar matéria que deveria ser classificada como património da humanidade;

10 - Gente que não percebe que a beleza é sucedâneo da inteligência e que continua a separar estas divindades acreditando que até um burro pode fingir ser um alazão se pavonear uma albarda YSL.

 

São dez pequenos nadas que apesar de causarem algum atrito, não impedem o deslizar da Gaffe por entre todas as gotas de chuva.

O que realmente lhe causa dano são as pequenas vigarices, as mesquinhas trafulhices, os furtivos arranjinhos e as manobras raquíticas de bastidores empobrecidos. Mirram os useiros e vezeiros nestas manigâncias ao ponto de fazer com que a Gaffe pense que não passam de vítimas de alguma tribo esconsa e tenebrosa que acredita que reduzir as cabeças dos transeuntes lhe enriquece a vida.

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Gavetas:

A Gaffe de Sherlock Holmes

rabiscado pela Gaffe, em 21.04.15

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A Gaffe decidiu hoje propor uma charada.

O que se segue, prova que o nosso discernimento é demasiadas vezes toldado ou amarrado por inúmeras imagens, conceitos, estereótipos, preconceitos e formatações que nos facilitam o entendimento do mundo, não nos exigindo esforços adicionais para uma leitura que escapa ao habitual.

 

Romeu e Julieta estão mortos. Jazem prostrados numa poça de água, no meio da sala. Há estilhaços de vidro no chão. Todas as janelas estão fechadas, excepto a que se situa em frente da porta entreaberta.

Como morreram?

 

Podem fazer as perguntas que quiserem, desde que sejam formuladas de modo a que as respostas sejam apenas Sim e Não.

A solução é confrangedoramente simples. Basta que o vosso raciocínio não fique fechado nos espaços que nos enganam tanto.

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Gavetas:

A Gaffe analista

rabiscado pela Gaffe, em 27.02.15

A Gaffe está apta a analisar os resultados do seu pequeno inquérito.

A verdade é que, apesar do iminente carácter científico do proposto, esta rapariga não tem como saber se foram apenas os rapazes que contribuíram para os resultados obtidos. Seja como for, a análise que dali resulta também não vai maçar-nos em numa publicação científica.

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Do revisto, a Gaffe acaba por concluir que, em percentagens muito similares, as raparigas quando sozinhas libertam o paspalho que trazem dentro e a dona de casa tendencialmente calaceira, mas apesar de tudo motivada. O pano do pó e o comando da televisão parecem ser os apêndices favoritos das mulheres numa situação de maior intimidade.

As outras hipóteses não mereceram grande atenção, tendo mesmo algumas ficado virgens e o item outros, embora votado, não refere as variantes possíveis.

Uma das curiosidades que se apuram é que não se torna rancorosa, não dá em doida, não se transforma numa aluna do Chapitô, não acaba esquizofrénica e não descuida o trabalho dos profissionais de beleza.  

De acordo com os resultados, é de concluir que uma rapariga quando sozinha acaba a deixar acumular o pó no cérebro ou a tentar retirá-lo das estantes – o pó e não o cérebro.

Não são grandes projectos.

É evidente que a Gaffe não vai destruir um dos grandes enigmas da humanidade e revelar o que realmente faz quando está só.

A imaginação masculina tem sempre de ser estimulada e esta rapariga continua a acreditar que nada melhor para acelerar o processo do que um segredo feminino.  

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Gavetas:

A Gaffe testa os rapazes

rabiscado pela Gaffe, em 25.02.15

O que pensam os homens que fazemos quando estamos sós?

A pergunta é pertinente, mas a Gaffe não pode responder pelos rapazes. Assim, para além de poderem votar nos comportamentos mais óbvios que são enumerados, os cavalheiros poderão acrescentar o que supõem ser usual uma rapariga fazer no aconchego do seu lar num dia de solidão miraculosa. 

Basta que escolham uma das hipóteses inscritas no quadro que acaba de fazer a sua aparição fulgurante no vosso monitor. Se não aparece perante a vossa perplexidade, é porque precisais de mudar de browser. 

Podem votar até 27 de Fevereiro, dia em que desaparecerá o quadro lateral e em que a Gaffe analisa os resultados.  

 

Hipóteses colocadas a votos:

 

1 - Não despe o pijama, não toma banho e passa o dia espapaçada no sofá a fazer zapping e a enfardar açúcar.

 

2 - Decide limpar o pó aos livros. Enche-se de força, de motivação, de ânimo e de espírito de sacrifício. Equipa-se. Pano do pó, lenço na cabeça, luvas de borracha, escadote debaixo do braço e avental por cima da lingerie. Desiste a meio da primeira estante.

 

3 - Decide fazer uma mistura exótica para o seu lanchinho e enfia num copo um iogurte com pedaços de fruta, algumas gotas de gin, xarope para a tosse, sumo de ananás, maça esmagada, cereais e uma quadrícula de chocolate. Tritura, prova e despeja tudo na sanita. Come um pão barrado com manteiga e bebe um chá preto.

 

4 - Espalha uma quantidade absurda de papéis na mesa de trabalho, abre o PC, rodeia-se de livros, canetas, clips e de agrafadores e espera a chegada do rapaz para lhe dizer que está exausta de tanto trabalho e que tem de ser ele a tratar do jantar.Experimenta maquilhagem, penteados novos e excêntricos outfits e posa ao espelho a imitar a Monroe.

 

5 - Bisbilhota o facebook das inimigas que são amigas das suas amigas e decide bloquear as amigas das inimigas que afinal não são suas amigas. Arrasa e esfarrapa ambas.

 

6 - Pinta as unhas dos pés de escarlate e enquanto elas secam, lê a “Caras” com muito mais atenção do que seria de esperar. Vai imitando as boquinhas das actrizes até sentir que sofre de paralisia facial.

 

7 - Lê os mails do ex-namorado e percebe que só podia estar bêbada quando respondeu àquela porcaria mal escrita. Vai ao Photoshop furar calmamente os olhos às fotografias onde o homem aparece.

 

8 - Experimenta os soutiens para confirmar que todos lhe favorecem as maminhas e fica furibunda porque nenhum as faz parecidas com as da Irina Shayk.

 

9 - Descobre que tem de marcar depilação e entretanto vai adiantando o serviço usando a gillette do actual namorado. Coloca-a no lugar, muto direitinha, depois de se ter cortado.

 

10 - outros.

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Gavetas:

A Gaffe num gesto

rabiscado pela Gaffe, em 14.02.15

dia dos namorados.jpgNinguém vos pede, rapazes, que este dia seja de diamantes e tulipas, embora a aliança entre carbono puro e lapidado e a cor de drama de veludo destas flores fosse das mais perfeitas.

Basta a gentileza de um beijo onde menos se espera.

Façam com que hoje a primeira rapariga desconhecida que se cruzar convosco se sinta a namorada do Universo.

Às vezes, basta-nos que um inesperado beijo vosso nos enfeite as mãos dos dias.  

É lamentável que nos ofereçam apenas gestos de pechisbeque que nunca podemos usar nas recepções!   

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A Gaffe desafiadora

rabiscado pela Gaffe, em 07.01.15

Tendo em conta a curvilínea colecção de Miguel Marujo, absolutamente embaraçosa para as raparigas, mas de grande impacto junto dos rapazes, a Gaffe considera que é imprescindível que alguém dedique algumas páginas aos meninos que fazem sombra às humilhantes criaturas que nos são mostradas por aquela mente pecaminosa.

Por isso minhas queridas, desafio-vos a publicarem nos vossos blogs uma fotografia, das que só insinuadas encontram o trânsito já embasbacado, de um portento com a capacidade de nos fazer esquecer que se Deus criou aquelas mulheres, não se esqueceu de nos oferecer também estes rapazes.       

Após pesquisa aturadíssima, A Gaffe volta ao seu homem fetiche e inaugura o tema e espera que a MJ, a Maria, a Petrolina, a BB, a mis X, a Minuxe, a minha quarentona favorita e a Alice Alfazema, continuem esta saga tão jeitosa para que o SAPO se torne hoje o despertar das nossas religiosidades.

Enquanto apanha um bocadinho de ar, a Gaffe fica à espera que as meninas a avisem quando houver matéria para análise.    

 

Agora, segurem-se, meninas, e babem com David Gandy por Mariano Vivanco!

David Gandy

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A Gaffe com arroz doce

rabiscado pela Gaffe, em 22.12.14

Al Brule..jpgO desafio partiu do Francisco e sendo ele um rapaz distraído vou tentar fornecer-lhe os links para não me repetir de forma maçadora e tentar escapar às nomeações obrigatórias.  

 

Árvore de Natal artificial ou natural?

Enfim, faz-se o que se deve. Quem não tem cão, caça com o gato.

Natal com neve ou sol?

Já só peço um frio de fazer congelar o Pai Natal sobre a minha chaminé.

Esperar pela manhã ou abrir os presentes à meia-noite?

Abrir presentes à meia-noite. É uma meia-noite absolutamente mágica que faz com que qualquer presente brilhe nos olhos de quem o ofereceu.

Qual o filme que adora ver nesta altura?

Mas há televisão nesta noite?! Se houver, quero estes.

Cânticos de Natal no Shopping. Sim ou não?

Se falamos do coro de Santo Amaro de Oeiras, nem nos elevadores.

Qual o uniforme que usa no dia de Natal? Pijama ou veste-se toda bonita?

Visto-me muito melhor porque uso a tradicional camisola de Natal que herdei do meu avô.  

Qual a sua comida de Natal favorita?

Batatas cozidas com bacalhau, ovo, cenouras, couves e alho esmagado, tudo regado com uma dose descomunal de azeite, comme il faut!

O que quer receber este Natal?

O que está dentro do coração de quem tenho dentro do meu e a notícia de que não é o meu irmão a decorar a árvore.

Planeia antecipadamente os presentes de Natal ou é à últmia hora?

Deixo tudo nas mãos do espírito de Natal e convenço-me sempre que vou encontrar o presente ideal para toda a gente mesmo ouvindo já os guizos do trenó natalício.  

Veste-se de Pai Natal?

Não. Sou uma menina de uma família muito conservadora que não aprecia fatos de fibra e pêlos artificiais à mesa da consoada.

Qual a sua música favorita de Natal?

Frank Sinatra e I’ll be home for Christmas e todas as outras que me lembram um Natal antigo.

Onde vai passar o Natal este ano?

No Douro, como sempre, ao lado de mais de duas dezenas de paixões espalhadas pela família.

 

Ilustração - Al Brule

 

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A Gaffe no PINN

rabiscado pela Gaffe, em 09.12.14

PINN.pngAgora a Gaffe pode ser lida também aqui!

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Por força maior, os V. comentários podem ficar sem resposta imediata. Grata pela Vossa presença.


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