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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe e os quatro magníficos

rabiscado pela Gaffe, em 15.11.18

Sapos do ano.jpg

A Gaffe acredita que deixou de ser necessário repetir o agradecimento aos dois alucinados que se propuseram encetar e levar a cabo um trabalho que os endoidecerá de vez, mais cedo ou mais tarde.

A Gaffe sabe também que o prazer de lhes entregar os parabéns é comum a todos os que assistiram ao desenrolar do processo.

 

É agora, isso sim, necessário continuar a apoiar a iniciativa, votando nos que foram selecionados para a fase final.

 

A Gaffe está ali, nua, desprotegida, na categoria Opinião, ao lado de quatro potentados.

Como toda a gente sabe, é muito bonito - e fica sempre bem -, vestir os nus e abrigar os desvalidos.

 

Então vá.

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65 rabiscos

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De Corvo a 15.11.2018 às 14:51

Pois eu acho que não. Devemos falar sempre bem de nós, o máximo que pudermos, que nunca sejamos comedidos e espalhar para o mundo o bom que nós somos.
Sejam em quais circunstâncias sejam, sejam de quais assuntos se tratam. Ó pá mim, que sou bom como o caraças. No caso que se trata, o seu, que sou Boa!!!
Mal é que nunca! Nem perante evidências inquestionáveis, é que nunca!
E porquê?
Fácil: enaltecendo os nossos bons predicados, as nossas BELÍSSIMAS VIRTUDES, metade do mundo não acredita mas a outra metade questiona-se se será mesmo verdade. Subsiste sempre uma dúvida.
Falando mal de nós mesmos metade do mundo acredita piamente e a outra metade ainda agrava a coisa.
Ó pá! Se tu mesmo falas mal de ti então deves ser boa bisca, sim. Se contas isto o que não terá ficado por contar.
No caso da Demoiselle, que é o que se discute aqui, provavelmente a coisa suaviza um pouco e não se vai além de: deves ser fresquinha, sim.
Excluindo, obviamente, as partes cuetisas porque por aí um auto-de-fé, desgraçadamente já passou à história.
Portanto, bem sempre. Sou um/a sacrificado/a, uma vítima da minha bondade compreendida pelo mundo.
Mal? Moi? Je? Há, não! O meu coração não alberga tão sacrílegos sentimentos.
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De Gaffe a 15.11.2018 às 15:28

O "deves ser fresquinha, sim", é soberbo!!!

Não se iluda, meu caro Corvo, o auto-de-fé ainda tem brasas ...
Sou uma ruiva fresquinha, mas existem sempre mortiços tições prontos a reacender a fogueira.
:)

E ainda bem. Ainda bem.
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De Corvo a 15.11.2018 às 15:59

É mesmo, Gaffe! É que é isso mesmo! Ainda bem.
Sem quaisquer laivos de humor, todo o valor de uma pessoa íntegra se mede pelo ódio impotente que deixa no seu rasto.
Palmadinha no ombro, comiseração e sorrisinho condescendente é que não!
Como disse o outro, ou a outra, não sei bem quem foi mas disse-o: antes a morte que tal sorte.
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De Gaffe a 15.11.2018 às 16:36

E como diz o outro, ou a outra, não sei bem:

Quem te dá palmadinhas nas costas, normalmente quer que soltes qualquer coisa pela boca ...

(e não estamos a falar da manobra de Heimlich, que não é executada assim.)
;)
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De Corvo a 15.11.2018 às 15:30

Exaltei-me tanto com a simples probabilidade de podermos, voluntariamente, falar mal de nós mesmos que até o tino se me varreu e foram só erros atrás de erros.
Nem vale a pena enumerá-los, acho.
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De Gaffe a 15.11.2018 às 15:39

Estou demasiado distraída. Não encontrei um pequenino que tivesse dado!
;)
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De Corvo a 15.11.2018 às 17:44

Ah! Ora aí está uma prova de que a menina pouco ou nada precisa aprender para falar bem de si. "Não encontrei um pequenino (erro) que fosse". Ou seja: não vi nadinha, sou boa pessoa.
Se falasse mal de si, dizia: e as Novas Oportunidades, ignorante. Nunca ouviste falar?
:)
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De Gaffe a 15.11.2018 às 17:54

Não é nada disso!
Entendeu perfeitamente o que eu quis dizer.

O que são "novas oportunidades"?
Por norma não as entrego a quem destruiu as mais velhas.

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