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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe erótica

rabiscado pela Gaffe, em 09.12.16

178.jpgTroco agradibliíssimas, embora breves, impressões com um novo amigo - que teve a gentileza de ouvir esta exigente rapariga no que concerne ao assunto -, acerca do pretenso erotismo que se escreve.

O que parcamente foi dito torna de aço o que sobre o tema tinha como certo.

 

O erotismo é também, e sobretudo, a inteligente insinuação do que no inconsciente nos é comum. Talvez por isso, raramente esteja ligado a imagens estereotipadas. O estereótipo é uma das mais básicas formas de comunicação e apenas exige a inteligência da síntese mais básica e a abrangência do banal. Para que exista erotismo, é preciso que o pensamento esteja presente, não como força redutora ou generalizante, mas como elemento capaz de tornar único e individual, mesmo subjectivo, aquilo que existe numa imagem arquetípica.

 

De contrário é apenas um soco no escuro que de tão fácil, falha sempre o alvo. 

 photo man_zps989a72a6.png


1 rabisco

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De Corvo a 09.12.2016 às 18:11

Mas é claro que é a insinuação, (por vezes não tão inteligente quanto o desejável) do que inconscientemente nos é comum. Menos o Salazar que só via erotismo na Pátria e com ela se casou.
Imagens estereotipadas não têm nada a ver mas, depende muito do conceito de estereótipo de cada um/a
Já vi moiçolos de gabarito declararem publicamente pela TV morrerem de erotismo pela Teresa Guilherme, e eu preferia morrer do que topá-la pela frente.
Já pela Zeta-Jones, se morto estivesse ressuscitava só para a ver ao longe.

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