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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe sócio-demográfica

rabiscado pela Gaffe, em 11.10.18

1955 - by Bill Perlmutter.jpg

A Gaffe ficou siderada quando deu conta da existência de um papeluncho que pedia que aquelas pessoas pequenas e maçadoras respondessem se gostavam de homens, de mulheres ou de ambos.

 

A Gaffe desconhecia a existência do ambos e fica aborrecidíssima por não ter tido a oportunidade, em criança, de o experimentar.

 

Em relação ao resto, a Gaffe só consegue responder que, aos nove anos, dependia imenso do que tinha fumado primeiro.

 

Foto - Bill Perlmutter, 1955 

 photo man_zps989a72a6.png


13 rabiscos

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De Ana Mestre a 11.10.2018 às 17:00

Fiquei deveras aborrecida por na minha altura não me derem dado aquele papel maravilhoso com aquelas perguntas ainda mais maravilhosas ....
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De Gaffe a 11.10.2018 às 17:45

Uma injustiça.
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De Quarentona a 11.10.2018 às 18:27

Já comigo dependia do que tinha bebido :D
Estranho não perguntarem se também gostavam de BDSM, animais, defuntos, enfim, tudo o que mexe, ou não, no caso dos defuntos. Assim comássim, fazia-se logo o trabalho completo. Incompetentes!
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De Gaffe a 11.10.2018 às 19:47

Ou de sexo anal, antes que viessem exigir indemnizações, qu'isto é bom perguntar primeiro.
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De Quarentona a 11.10.2018 às 19:52

Ahahahahahah :D
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De Pequeno caso sério a 11.10.2018 às 19:42

Houvesse isso no meu tempo e logo vias o que eu respondia... (Sim. Já tinha pêlo na venta)

; )
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De Gaffe a 11.10.2018 às 19:45

Eu não. Era uma parva.
... Mas sabia onde os mais velhinhos encontravam os "maus caminhos".
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De amarquesademarvila a 11.10.2018 às 20:59

😂😂😂😂
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De Corvo a 12.10.2018 às 14:08

Se aos nove anos a Belle Demoiselle dependia do que tivesse fumado primeiro, este Corvo com a mesma idade dependia imenso da posição das belíssimas pernas da minha não menos belíssima professora. Indelével senhora que aos nove anos (meus) despertou paixão tão assolapada que ainda hoje não foi totalmente esquecida.
O que hoje me espanta sobremaneira, é como pude eu sobreviver, e singrar sem significativos atrasos de objectividade nem performances mais ou menos compensatórias no desbravamento do cálice dos Deuses, sem a inestimável ajuda pedagógica de agora.
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De Gaffe a 12.10.2018 às 14:36

Não se sinta isolado, meu caro Corvo. Aos doze anos apaixonei-me perdidamente pelo meu professor de História. Morria de amores (depois passou) e não penso ter aprendido grande coisa com as "ajudas pedagógicas" de hoje.
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De Corvo a 12.10.2018 às 16:24

Muito me apraz saber que teve uma infância normal condizente como que é e deve ser o desenvolvimento de uma criança.
De uma certa maneira, esta pedagogia levada agora a cabo sobre crianças dessa idade, nove anos, não é um atentado aos direitos de uma criança?
Eu penso que sim. Nessas idades o que as crianças menos pensam é em sexo, e muito menos em seus derivados.
Aos nove anos os meninos querem brincar com meninos e as presenças das meninas são um estorvo. Umas chatas que só vêm complicar.
E com as meninas passa-se exactamente o mesmo.
Confrontados com essa iluminada pedagogia, por muito que tentem não poderão, nunca mais, ficarem indiferentes ao que lhes foi perguntado.
Para mim, o que se passou foi uma antecipação à perda da inocência.
E se estes iluminados e iluminadas de uma vez por todas deixassem as crianças serem crianças?
Enfim; sei que sou antigo mas há certas coisas que ultrapassam a minha capacidade de entendimento.
Um excelente fim-de-semana
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De Gaffe a 12.10.2018 às 18:12

Vamos todos pensar que ... "aquilo" foi um lapso da parapsicologia.

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