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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe militar (ou nem por isso)

rabiscado pela Gaffe, em 14.12.16

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Desconfiemos sempre, raparigas, do homem que nos desaperta o soutien logo na primeira tentativa e do que constrói impérios e usa um galináceo como símbolo.

Estão ambos habituados a explorar a inocência. O primeiro, iludindo-a com juras já batidas e o outro omitindo o facto de saber que só o arroz pode ser de cabidela.

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3 rabiscos

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De Rapunzel a 15.12.2016 às 09:10

Um dia gostaria que escrevesse, também, sobre outro clássico. O rapaz belo, humilde, trabalhador, discreto e sempre prestável, com um olhar arrebatadoramente meigo e profundo. Confesso que gostaria de saber a sua opinião. Qual será o resultado desta difícil equação atração/número de circunvalações cerebrais. Será asneira?!? Disparate?!? Ou devemos viver em plenitude o que sentimos sem medos? Porque afinal o final da vida se resume sempre à mesma conclusão. O mais importante, são e serão, sempre os afectos.
Confesso que, recentemente, ando a fazer uma exaustiva pesquisa mental sobre este assunto. Se o mais importante no final da vida são os afectos, também são os afectos durante a vida o nevoeiro da nossa lucidez, inteligência e objectividade.
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De Gaffe a 15.12.2016 às 09:30

As características que enumera, não as encontro juntas nos rapazes que conheço, mas é uma proposta atraente a que faz.
Em relação aos afectos, admito que há instantes em que discordo do que diz. Por vezes o único afecto que nos resta é aquele que a nós dedicamos. É o mais importante. É essencial para incutir afecto nos outros e neles projectar o nosso.
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De Rapunzel a 15.12.2016 às 21:04

Sem dúvida que o afecto que dedicamos a nós próprias é o mais importante. E é esse que se reflete nos outros e os atrai, ou não, magneticamente para nós. Mas o afecto dos outros é imensamente importante porque, no fundo, não vivemos em solidão. Cada vez dou mais importância aos afectos e aos momentos. Por vezes, tento cristalizá-los, e cada vez que os recordo, revivê-los. Gosto. Gosto muito. Quase tão bom como o primeiro café do dia, aquele que tomo sempre comigo própria.

Nunca me importo com as intervenções dos outros leitores. Aprendo sempre. Realmente, tem toda a razão, a rosácea era péssima...

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