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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe na casa da mãe Joana

rabiscado pela Gaffe, em 26.02.19

Joana Rodrigues

A Gaffe está emocionada, perturbada, comovida. Sabe que estes estados de alma se aproximam uns dos outros, mas quer, mesmo assim, sublinhar a frequência, a reiteração, a assiduidade, daquilo que a abala sempre que relê este resplandecente manifesto da Sr.ª Dr.ª Joana Bento Rodrigues.

 

Receia que a transcrição do artigo de opinião que acabou de ler, lhe provoque um derrame de lágrimas solidárias que afectaria o teclado e sugere, em alternativa, que toquem leve, levemente, na imagem - que a Gaffe considerou muito apropriada - que encima esta declaração de profunda ligação e concordância com o que ali se afirma.

 

Há demasiado tempo que uma voz não encarna o saber estar das boas famílias e da gente de bem.

Há demasiado tempo que uma voz não se encontra sentada na cadeira do bom senso e das boas maneiras, que parece ter quebrado há décadas.

Há demasiado tempo que não se encontrava escrita em letra firme, sensível, inteligente, sensata, a apologia do verdadeiro lugar da mulher no mundo, da sua verdadeira função e destino, do seu elevado serviço em prol do aconchego familiar, da sua abnegada vocação e motivação e disposição para cuidar da luminosa auréola do lar.

Há demasiado tempo que a mulher se esqueceu da verdadeira essência do seu ser, esmagado pela trepidante ilusão de liberdade, igualdade, fraternidade e paridade.

Há demasiado tempo que a mulher deixou de o ser, para se tornar o inverso do descrito no artigo da Dr.ª Joana Bento Rodrigues.

 

O HORROR.

 

No meio deste turbilhão de emoções sentidas pela Gaffe, solta-se a saudade dos femininos tempos idílicos e unicórnicos que agora emergem pela pena da Dr.ª Joana Bento Rodrigues.

 

Sobretudo saudades dos tempos em que não se deixava que uma mulher escrevesse nos jornais.   

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20 rabiscos

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De Pequeno caso sério a 26.02.2019 às 19:14

E eu que faço o possível todos os dias para mostrar à minha filha que estes monos são um exemplo a não seguir? Oxalá consiga pois esta raça sai aos magotes debaixo dos calhaus onde vivem.
: /
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De Gaffe a 26.02.2019 às 20:49

Um estudo - recente - de Laura Sagnier tenta mostrar-nos as mulheres portuguesas da actualidade. Tudo muito bonito e muito sério, até ao momento em que a responsável pelo dito escorrega na apologia da libertação e das cinco décadas que são necessárias para a igualdade entre homens e mulheres, e diz, sem se aperceber do terrível erro, que é uma mulher sem limites porque tem criadas, porque tem empregadas.
Não vamos muito longe desta forma.

Samantha Power é um caso que suspeito ser isolado.
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De Pequeno caso sério a 26.02.2019 às 21:29

Eishhhhh...logo esse nome de que gosto tanto e que se pudesse era o que escolheria: Laura.
Digamos que o verniz acaba sempre por estalar e o dessa Laura era do "xnês".



Samantha Power é ruiva. Coincidência? Não creio.
;)*

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De Gaffe a 26.02.2019 às 21:54

Laura é um nome lindíssimo.
A senhora era genuinamente elegante. Aquilo foi um lapso ...

Power? é sempre encarnado por uma ruiva!
;)*

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