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Ilustração - Fernando Vicente


A Gaffe beijoqueira

rabiscado pela Gaffe, em 15.05.14

You must remember this 
A kiss is just a kiss, a sigh is just a sigh 
The fundamental things apply 
As time goes by

(…)

it's still the same old story 
A fight for love and glory 
A case of do or die 
The world will always welcome lovers 

As time goes by

 

A Gaffe acorda a cantarolar uma das mais belas canções que se escreveram.

Não se sente a Bergman, de rosto redondo, enevoado e de olhar soturno envolto em lágrimas, porque fica esbardanhadamente arrepiada quando percebe que vai ter de se enfiar num avião.

 

Depois entende a súbita mudez de Armstrong quando fica atónita perante o redemoinho que coloca o beijo de Daniel Carriço a Ivan Rakitić (ou vice-versa) nas parangonas de todos os jornais.

As reacções divergem de jornalista para jornalista. Vão desde o coma induzido pelo beijo, ao choque anafilático, passando por recalcamentos da libido de rabo de fora, ciúmes inflamados e bênções melífluas e maliciosas.

 

A Gaffe sempre pensou que todas as vitórias e todas as derrotas se deveriam festejar com um beijo na boca. O beijo relativiza o universo inteiro. Fornece-lhe a humildade do saber vencer e minimiza a rugosidade do fracasso.

Tudo devia começar por um beijo daqueles.  

 

A Gaffe lamenta os pobres jornalistas que fazem de um beijo daqueles, cerne de notícia.

 

They never had Paris.

 photo man_zps989a72a6.png


1 rabisco

Sem imagem de perfil

De C. a 15.05.2014 às 14:30

Sempre foste um amor, mas convenhamos que foi um beijo do caraças!!!
Para ser beijada daquela maneira, amiga, eu até era capaz de aceitar jantar com o Jorge Jesus!

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